Friday, November 17, 2006

SUPERVIDA

Foto de Ashtar Sheran - Italia 1957
Ashtar: desenho de André Louro 1996


SUPERVIDA

19 de Julho - estabilizado no Vale de Erks em 2003


Supervida - CD encomendar em
info@iridia-lumina.org


Tudo o que é criado e está sujeito ao impulso evolutivo é impulsionado por Algo, um impulso maior, um motor espiritual, quase que podemos dizer que tudo o que vive tem um sonho.

Tudo aquilo que foi “impressionado” pelo Poder da Vida, sonha, e o sonho de toda a criatura assim impressionada é a Super-Vida.

Existe Subvida, Vida e Super Vida e a experiência evolutiva, frágil ou majestosa é um vector da Inteligência do Universo tentando elevar tudo à Super Vida, tentando guindar a experiência cósmica para além da entropia, para além da lei da morte, procurando de novo suspender os mundos criados nas plataformas inefáveis da Eternidade.

A evolução natural é um poema da escalada da subvida para a Vida sonhando sendo queimada pelo fogo do sonho, da promessa, do poencial da Super Vida.

Existe um plano na mente divina que sustêm a imagem perfeita para cada particula cósmica, ou seja existe um universo final, supremo, exacto, em glória, na Eternidade que é a representacao virtual do fruto da evolucao cosmica. E o trabalho universal, o trabalho cosmico integral consiste em propulsionar o universo evolutivo, esta massa infinita, de força-vida-consciencia, para cima e para além, criando uma supermateria, uma superforça e uma superconsciencia enfim uma supervida, impulsionando para além até que os universos evolutivos - os universos alfa-omega - reproduzam no tempo exactamente a realidade gémea na eternidade, ou seja atinjam o status vibratório sustido, para cada particula na Eternidade.

Assim quando o status dos universos evolutivos for identico ao status da sua contraparte eterna o tempo termina, pois a sua função foi consumada.

Todo o Universo criado procura a Super Vida. Todo o universo criado, em algum ponto secreto de cada partícula, aspira à SuperVida, pois no coração de cada partícula existe o túnel electromagnetico absoluto que o coloca com a sua contraparte eterna, na verdade podemos dizer que o mistério do coração é justamente esse: o Coração é a função cosmica de ligação entre particula e contraparticula, entre existencia e supraexistencia, entre ser temporal e ser eterno, o coração é o orgão-tunel-espelho de contacto entre estes dois universos, o universo alfaomega e o universo-eterno.

Todo o Universo criado procura a Super Vida.
Uma vida que é a coroa do esforço universal, uma vida sem morte, sem erro, sem entropia. Todos nós, sejamos animais, nós plantas, nos pessoas, todos nós aspiramos à SuperVida e nessa aspiração tornamo-nos irmãos, proximos, semelhantes.
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Quando os golfinhos saltam no ar e voltam a mergulhar, sem um elemento de Sonho e Aspiração, isto não seria possível.

Os golfinhos, sendo atravessados por correntes de Vida muito intensas, dificilmente conseguem conter no seu corpo a voltagem descendente que recebem e os saltos que observamos são a sua celebração, é o momento de encontro entre a Vida e a Super Vida, é o momento em que aquela corrente de vida celebra o seu potencial cósmico e opera para si mesma o avanço na direcção da SuperVida.

Trata-se exactamente da mesma coisa quando os pássaros cantam em horas específicas do amanhecer ou do entardecer.

Tal como o salto dos golfinhos este tipo de cântico é a tradução de uma saturação energética.

No reino humano isso revela-se pela Paz no coração e pela Harmonia no psíquico quando ao entardecer, depois de um dia de trabalho intenso, um raio de sol nos toca o rosto e percebemos que uma oraçao expontanea surgiu, como um walk-in, no nosso peito.

Nós estamo-nos a referir ao cântico de exaltação, de projecção para além, ao cântico que liga a nossa consciência às fibras ópticas invisíveis dos anjos, e daí aos Geradores Primordiais, os Pais da Criação.

Este cântico que nos alinha com os Pais Superiores, com os Universos de Fogo, começa em nós, por vezes, pela extrema privação da vida e da energia - é o cântico do prisioneiro. Esse é um cantico triste á superfície mas em essencia permanece um cantico de liberdade.

Também existe o cântico de exaltação, de adoração, que é um fenómeno da Super Vida tocando a Vida, é um momento em que a promessa de um horizonte universal de luz maciça, sólida e suprema se irá plasmar nas águas plásticas da Criação.

E isto vai acontecer.
Isto vai se consumar. É para esta eclosão final que todos nós trabalhamos.

A Celebração é o reconhecimento do contacto entre a esfera do Pai (a Super Vida) e a esfera evolutiva (a esfera da Mãe).

O que caracteriza a subvida é a pulsação inconsciente. A substância foi visitada, uma voz quente de fogo falou para dentro das câmaras de ressonância da substância universal. A substância teve a sua memória despertada num certo grau, ela aprendeu a suspeitar da evolução, ela está a assumir a espiral.

A substância universal começa na subvida, começa a reflectir o conduto em espiral que conduz ao alto, começa a aceitar o impacto do Fogo Criador, mas a consciência não existe, existe uma pulsação semi consciente ou inconsciente. Existe apenas insciencia.

Por outro lado o que caracteriza a Vida é que a consciência pulsa ali. Há percepção de si. Há um ponto que observa e atribui valores à sua volta. Há um centro e uma periferia que está sendo assimilada progressivamente.

A Vida é uma celebração da consciência. A subvida é uma pulsação, é uma celebração do ritmo, do primeiro toque, mas na Vida a consciência está presente. É como se o Filho cósmico se espreguiçasse e começasse a receber as primeiras ondas de calor contínuas vindas de cima e à consciência este Filho diz: EU - ele tem consciência de si.

Nesta imensa progressão o homem é um degrau, é uma operação de comutação entre esferas cósmicas, é um ponto de encontro. É no homem que a vida emergente aprende a sonhar com a Super Vida. Efectivamente. É o homem que o Sonho ganha um poder real, efectivo, motriz.

Num certo sentido nós somos anjos físicos, centelhas divinas exprimindo-se através desta estrutura biológica.

Se nós fizéssemos agora um trabalho transcendente estrito diríamos: “Nós somos mónadas”, mas como a preparação para a Ascensão da Terra implica uma compreensão metafísica do corpo, implica reaprender a amar o corpo metafisicamente, nós podemos também ver o que somos incluindo todo o passado cósmico, o nosso corpo é uma bilbioteca viva contendo toda a história universal.

Nessa outra percepção de nós mesmos percebemos que a função Homem é comparável a Ícaro à beira da falésia. Nós estamos à beira do desconhecido, isto é á beira das possiblidades do Ser, ocupamos um precipício ontológico,
e todo aquele que não está à beira do desconhecido não é plenamente humano.

A função humana atinge o seu pico frente ao desconhecido porque toda a massa universal nos usa para sonhar com o Divino.

Então o que é o Homem: Nós somos os responsáveis por manter o sonho universal.

Esta nossa função de trazer a nós a síntese do Universo, desde a “Grande Explosão” até hoje, é o que nós somos se nos observarmos como uma entidade ascendente.

Nestes encontros nós temos trabalhado muito no sentido de nos definirmos como seres cósmicos em serviço à Terra e isso ajuda-nos a compreender o nosso sagrado desassossego, ansiedade e perturbação criativa.

Existe outra forma complementar de observar o homem que é a forma da Mãe (da entidade feminina universal encarregada de arrastar todas as partículas de novo até ao Pai, porque se a Vida é o Filho - consciência emergindo - a Super Vida é a reunião final da Mãe com o Pai, é a erupção do Pai nos suportes fornecidos pela Mãe, sem entropia. Isto é a definição do Éden - o Jardim onde a morte não entra. )

Nesta outra percepção de baixo para cima tu funcionas como Ícaro à beira da falésia, isto é, atrás de ti estão os passos conhecidos, os territórios explorados e os mapas. À tua frente não há mapa.

Este ponto à beira da falésia com um vasto território desconhecido sem mapa, sem linguagem, sem conceitos, tu sabes que o Universo segue naquela direcção e que tu és responsável por fazer avançar a consciência para além daquele ponto.

Nesse momento da consciencia tu és o proprio universo evolutivo, o aspecto emergente da Mãe enquanto Divino Imanente, emergindo da evolução da substancia, gerando o salto essencial, o disparo sagrado, o lampejo criativo através do qual tudo se renova. Chamos a esse momento anterior ao salto a Consciencia Ardente.

É neste laboratório que tu te tornas plenamente humano e a função humanidade é como que a última camada de esforço da Mãe universal na sua tentativa de elaborar o problema da fusão com o Pai.

Essa fusão é universal - toda abarcante - mas ganha definição individual com os Mestres Ascensos.

Eles são uma expressão do casamento integral entre a Mãe, o Pai e o Filho. São uma implosão da Trindade e uma revelação do que resulta dessa síntese final. Isto é o que define a Ascensão individualmente.

O que define a Ascensão colectivamente é esta capacidade de responder à Super Vida, de compreender qual é a função do homem e de aspirar a dar o passo ousado.

Sempre que houve ousadia a consciência expandiu-se ao ponto de poder receber melhor os envios da Super Vida.

O Universo é uma experiência alquímica na qual a Mãe - a responsável pela organização da substância - busca moldar a forma perfeita, o suporte exacto para a descida da Super Vida.

O objectivo da Criação é manifestar a Super Vida e por enquanto nós somos vivos, mas não ainda SuperVivos.

A Era em que estamos entrando é uma Era em que o esforço da evolução espiritual no planeta é feito através da Mãe.

Existem planetas conhecidos, à escala cósmica, como planetas do tipo UR que têm como função testar e desenvolver a Vida em muitas direcções: na direcção da biodiversidade; do refinamento dos sistemas nervosos; da capacidade da substância captar o Divino.

Chamam-se “estações UR” porque são zonas do Universo onde é colocado um vórtice de grande aceleração vibratória, visando, o mais rapidamente possível, exprimir a Super Vida.

Um planeta tem uma contraparte invisível composta por um vórtice - não tem nada a ver com a forma esférica do planeta - ele é um ponto de convergência de intenção divina, é um nexo na trama das intenções divinas ao longo do espaço cósmico.

É um ponto onde a intenção se torna mais concentrada. É como se se tivesse uma convexão do Divino naquele ponto - gravidade -, o que vai atraindo matéria que se vai organizando em torno desse vórtice e vai arrefecendo e nasce um planeta

(descrição grosseira do processo).

A Terra é uma estação UR, é um planeta destinado a aperfeiçoar a matéria ao máximo possível.

Existem planetas imateriais que não chegam a um grau de convexão dentro da gravidade tão potente, não existe massa.

Existem planetas mais densos que a Terra mas que não têm funções de aperfeiçoamento das ligações substância/Verbo.

Estações UR são planetas que nascem para ser polidos como uma jóia e para explorar o potencial da substância nesses vectores: biodiversidade; refinamento eléctrico e capacidade de fixar o Divino na substancia, de revelar a Vida Divina.

No início é sempre dada a oportunidade a um planeta de, num espaço de tempo muito curto, exprimir essa Super Vida, ou seja, a evolução universal é uma forma de transportar a vida de vaso em vaso até à Super Vida (Vida Divina imortal).

No início existiu uma raça que havia sido cuidadosamente preparada pelos Elohins, pelos pensadores originais, para representar a Super Vida num mínimo tempo evolutivo possível.

Quando o Pai gera uma estação UR, Ele envia uma representante sua que é descrita na metafísica judaica como Shekinah - A Presença.

Shekinah traduz-se, em termos ocidentais, por Espírito Santo.

A Shekinah já esteve plenamente vibrando na Terra. No início a Presença Divina saturava a atmosfera, ela era luminescente, as curvas de oxidação celular eram nulas, toda a Terra, a começar pela Raça residente, era “Em Glória”. Todo o planeta vivia aceleradamente na direcção da Super Vida.

Quando a Terra atingiu um certo grau de refinamento na resposta à Super Vida, ela tornou-se extremamente apetecível para certas hierarquias de mestres cósmicos descontinuados do projecto do Pai. Elas implantaram na Terra um gigantesco sistema de controle e cortaram o poder de diferenciação do nosso ADN. As principais antenas foram desligadas. A capacidade do nosso suporte fixar a vida foi diminuída e a Terra entrou numa entropia.

Como esses deuses caídos se alimentam do medo e das emoções colectivas, eles usaram as emoções como quem usa uma fonte de alimento.

As figuras objectivas nas quais nos projectamos (os ídolos) passaram, a partir de então, a ter uma função ambígua: tanto podem ser usados como transporte da consciência para o Plano Original, como podem ser manipulados por essas hierarquias intermédias para aprisionar a consciência colectiva, ou seja, a mesma Virgem Maria pode ser usada para libertar ou para aprisionar a consciência, depende da entidade oculta que a utiliza ou da sensibilidade do devoto.

gravar a partir daqui



A Presença Divina que saturava a atmosfera e “brincava” com toda a Criação, recolheu-se. Significa que, quando Jesus disse: “Eu vou mas deixo-vos o Espírito Santo”, Ele estava a reconstituir “algo” que no início... - há uma fase em que os vulcões já arrefeceram, existem planícies tranquilas e em que já se extinguiram uma série de espécies. A Raça Hiperbórea começa a adquirir densidade, contacto com a matéria, foi nesse momento que a matriz de controle foi instalada. Aquilo que deveria ter sido um suave tocar a matéria para depois subir de novo segundo um plano original em 3 esferas de descida, transformou-se numa queda. Ou seja, estava prevista uma descida para dentro da matéria em que a consciência hiperbórea iria revestir-se de pirâmides bioquímicas terrestres feitas de hidrogénio e carbono e depois iria seguir com o mínimo de serpentear. O que aconteceu foi uma secção em relação ao poder de retorno e uma queda a nível cada vez mais denso da manifestação.

Neste processo, a Shekinah (Espírito Santo) recolheu-se em duas fases:

Na primeira, até à Atlântida, ele recolheu aos templos. No plano original do Pai não existem templos, tal como num planeta sagrado não exitem templos.

O templo é um ecossistema energético oculto que tenta compensar um adormecimento e no início a Terra está saturada pela Shekinah, ela vibrava próxima do Divino.

Essa parte feminina do Logos planetário foi recolhendo cada vez mais e instalou-se no interior dos templos.

Durante a Atlântida deu-se a fundação dos templos - instala-se a divisão sagrado/profano. Há regiões em que há saturação da Presença e outras regiões em que não há saturação da Presença, isso inclusive, existe claramente expresso no nosso corpo.

O meu corpo não é um templo, ele foi um templo há muitos milhares de anos atrás. Apenas certas regiões do corpo são ainda um templo. Aquilo que foi a atrofia progressiva do Espírito Santo reflectiu-se igualmente no nosso corpo visto que ele é uma tradução directa, fiel, da evolução da Terra.

Hoje apenas a pineal, o cardíco direito e a região do sacro são templo.

As belíssimas lendas judaicas antigas referem o tempo de Enoch e antes do tempo de Enoch, quando se falava do Jardim dizia-se que a Presença (Shekinah) saturava todo o Jardim e que mesmo depois de Adão ter sido expulso, ele ia até à entrada do Jardim para contemplar o Jardim e que a Shekinah era um brilho na Terra inteira que a mantinha ligada aos Grandes Tractores de divinização da matéria.

Este ponto na lenda judaica refere-se ao templo.

Quando Adão está no Jardim e a presença do Pai satura tudo, não existe a função templo, mas quando se dá a separação e uma dissociação em relação ao plano original, passa-se a chamar sagrado o que está vibrando de acordo com o plano original e profano o que está vibrando fora do plano original.

Não há mitologia sem esta linha divisória. Sem esta linha há Gnose (conhecimento supremo). Assim que há a quebra do diamante nasce a mitologia, nasce o conto sobre o que aconteceu.

Quando a Mãe viu o grau de desconexão em que a Terra entrou através da Atlântida, Ela “velou o seu rosto”, recolheu ao interior do Sacrário.

A nível da nossa anatomia, o recolhimento do Espírito Santo traduziu-se pela passagem da pineal, do tamanho de uma bola de pingue-pongue, para o tamanho de uma ervilha. Quando não se usa uma coisa a natureza encarrega-se de a fazer desaparecer gradualmente.

O vórtice no centro da consciência cerebral á activado através da adoração do Divino. Com a queda, a Presença foi-se retirando, concentrando cada vez mais no centro até que implodiu. A Mãe saiu pelo ponto onde tinha entrado. No nosso caso tem a ver com o recolher dos poderes imortais cada vez mais na direcção do cóccix.

O Logos planetário tem das polaridades: masculina - o Senhor do Mundo; feminina - a Mãe do Mundo.

O Senhor do Mundo actua de cima para baixo. A Mãe do Mundo actua de baixo para cima. Ela entra no coração oculto da Terra e a partir daí o seu Cântico é emanado por toda a Criação.

Estamos a falar de consciências galácticas ao serviço da evolução cósmica neste planeta.

A Mãe do Mundo é para onde se dirige a força do Espírito Santo. Quando o Espírito Santo se recolheu para o interior dos templos, a Mãe do Mundo era tangível, Ela era a matriz de todos os protótipos da Deusa. Existe Gaia, num outro plano, Maria e assim sucessivamente, é a matriz, é um ser com uma evolução muito alta.

Com a segunda queda da Atlântida Ela saiu da acção directa sobre a evolução humana e recolheu profundamente para dentro do Sacrário. Hoje é perfeitamente possível existirem templos ortodoxos cujo sacrário não contém presença alguma porque essa Presença pode estar em qualquer lugar.

A nova etapa marca uma alteração completa do corpo físico, etérico, emocional e mental. Nos últimos anos o nosso corpo espiritual recebeu um tremendo impulso da Hierarquia. As nossas almas, hoje, já se libertaram e estão viradas para a mónada recebendo o vento divino.

O que nós vamos ter nos próximos anos é um ritual planetário de reconfiguração do corpo, da mente e das emoções em relação ao ponto em que as almas já estão, ou seja, os nossos veículos subtis já estão vibrando na Nova Terra mas devido à ausência da Shekinah - quando Jesus diz: “Eu vou embora mas fica convosco o Espírito Santo” no grau em que a Humanidade o podia receber porque o Espírito Santo a sério é o Pentecostes, é uma chama de fogo (pomba) que desce na pineal, desimpede a coluna de cristal, as pessoas aprendem a respirar cosmicamente e não apenas pelos pulmões, dá-se uma ligação da Mãe com o Pai (cóccix com a pineal) através do Filho, do coração aberto, isto é que é o retorno da Pomba.

Quando isto acontece espalha-se um novo código genético e é instalada uma nova realidade no corpo todo.

Com a ausência ou recolhimento do Espírito Santo na Terra, primeiro aos templos depois aos sacrários, e hoje já nem se sabe onde está, este recolher em várias fazes traduz-se por uma ausência de protocolo divino na aceleração da personalidade, ou seja, até aos anos 80, o agente que aceleraria a personalidade ao mesmo ritmo com que o Cristo acelera a consciência estava ausente, entretanto, essa Pomba está sobre as nossas cabeças.

O que marca os próximos anos é uma reconfiguração da personalidade como se mãos escultoras viessem ao encontro da velha massa e estão esculpindo de novo o que nós somos.

Existem dois circuitos intimamente ligados à evolução da forma e do nosso ser tridimensional. Quando se diz que estamos no processo de retorno da Mãe, significa que Deus cada vez mais será compreendido como um abraço e como Graça. Ele tem sido compreendido como Lei, Vontade e Direcção, como Meta, Magnetismo Superior e como a Voz do centro do teu ser. Ele tem sido compreendido como Aquele que faz a linha divisória dentro de ti entre o que não é actual e o que é actual (o bem e o mal).

A Mãe vem como uma expressão da Graça, Ela não vem para julgar e a atmosfera está a começar a ficar saturada de uma energia de perdão à escala planetária. A força da Mãe agindo através das nossas consciências e do nosso ser pede uma compreensão dos limites dos outros.

O Pai é Lei, a Mãe é Compaixão.

Essa força que está a surgir no planeta, ela diz: “é pela aceitação profunda do limite do outro que vocês compreendem a nossa vibração”.

Na antiga Lei - Shambala -, ainda que a compaixão estivesse totalmente presente, o que era estimulada na consciência era a percepção do Caminho e a percepção de que este ser não é perfeito, portanto, não é o Caminho, então eu vou em busca do Caminho e havia um processo de rejeição e aceitação muito forte. Isso tinha a ver com a polaridade masculina do Logos planetário e com a criação de vectores, o mais rapidamente possível, para dentro da luz, isso acabou.

Nós hoje só vemos Caminho quando conhecemos o poder de destravar a energia que só a Compaixão contém.

O nosso coração está dentro de uma cápsula hermética que só é despressurizada através da compaixão. Eu tenho que olhar para o perfeito e o imperfeito com um coração impassível porque nós olhamos para o perfeito e amamo-lo e olhamos para o imperfeito e observamos, julgamos, quando não rejeitamos o imperfeito, isso não é a energia da Mãe.

O nosso coração permanece como uma tampa fechada a vácuo enquanto nós não praticamos a capacidade de incluir o outro no nosso próprio afecto e o que a Mãe pede é um coração idêntico (coração em chamas) em relação a todos os pontos à sua volta. Isto precisa de ser trabalhado.

O abraço da Mãe é todo abrangente, Ela não está interessada em fragmentar a Criação, Ela está distribuída por toda a Criação. Os teus corpos são parte da Mãe.

Quando a Mãe do Mundo se ocultou, ocultou-se num estado que para nós terá de ser traduzido por dor. A exteriorização progressiva da Mãe é feita através dos corpos físico, astral dos homens, é feita através da nossa mente. Ela precisa da consagração do homem para se exprimir. Sem isso Ela está asfixiada no âmago da matéria e, no que diz respeito à Mãe do Mundo, está travada no interior da Terra.

Os canais de emergência da Mãe somos nós. As estrelas no manto de Maria são o teu corpo físico, mental, emocional, és tu enquanto um ser terrestre. É a tua vibração que permite o transpirar da energia divina ou o seu bloqueio.

Nos próximos anos nós vamos ser violentamente sacudidos pela Mãe. É como se tudo o que é crosta, registo emocional velho, vibração astral velha, fosse cuspido para fora do teu campo vibratório. A Mãe vai usar os líquidos do corpo abundantemente para eliminar informação astral que está dentro de nós.

Uma lágrima é um saturado de informação astral. Uma lágrima é quando a Mãe decide que aquela emoção tem de ser expressa e tem de ser eliminada. O saco lacrimal enche-se na proporção em que a Mãe está preparando para ejectar informação emocional que já não é útil ao teu processo evolutivo (lágrima em termos ocultos), daí que é muito complicado a pessoa desaprender de chorar.

Nós vamos ser sacudidos, visitados, confrontados, vamos passar por expurgos muito intensos (no caso de algumas pessoas), por visões de cargas que estavam no inconsciente e vão ser ejectadas para fora do campo do ser e passam pela lente da consciência. Para a Mãe chegar, nós vamos ser virados do direito porque nós estamos virados do avesso. Isto vai dar uma volta completa e grande parte do processo passa-se nestes 80% de água de que as nossas células estão saturadas. Esta água salina está saturada de informação emocional e isto vai ser eliminado pela urina, pela transpiração, pelos olhos.

Sempre que estiverem eliminando líquidos visualizem que estão eliminando cascões civilizacionais.

Neste momento a Mãe tomou conta do processo.

Em termos internos, os Irmãos observam que o balão do veleiro já vai bem à frente. Raramente a nossa consciência, actualmente, aprova uma coisa negativa, raramente ela se liga a uma coisa externa, banal, este já não é o ponto dos seres que se estão preparando para a ponte entre os dois mundos (3ª e 4ª dimensão).

O trabalho na consciência está feito. Entramos numa fase em que os Irmãos nos pedem quietude que permite a Mãe entrar no sistema e lavar o que não pertence a Ela. O novo Sacrário somos nós.
·
· Ela recolheu-se da atmosfera para o interior dos templos.
· Recolheu-se do interior dos templos para o Sacrário
· Implodiu no Sacrário, tal como nós o conhecemos e
· Milhares de anos depois aparece dentro de nós transformando completamente o nosso corpo.

Quando nós temos “aquela figura feminina” falando ao Francisco (corpo mental), à Jacinta (corpo astral) e à Lúcia (corpo físico), temos a Mãe dizendo aos 3 corpos da personalidade: “virem-se para Deus” - Conversão. É como se

Ela disse: “ponham a consciência neste ângulo de forma que eu possa trabalhar os vossos corpos e aliviar todas as vossas cargas”.

Portanto temos essa consciência do plano intuitivo superior, “Maria”, - Ela está bem para além do plano intuitivo, mas Ela representa, neste momento a membrana de Lys (estimulação da membrana intuitiva da Humanidade - ligação entre a personalidade e o ser interno - a zona de transferência). E Ela diz: “a partir daqui vocês não podem fazer mais nada do que se virar para o Alto e orar e deixem o resto comigo”.

Os 2 circuitos de que falamos estão relacionados com 2 triângulos:

Um é composto por Miz Tli Tlan, que é a lente que capta a vibração divina para este planeta. Miz Tli Tlan é como uma imensa parabólica dourada (o disco dourado dos Incas pode ser considerado um objecto que concentra a função MTT ) é uma alegoria) cuja radiação penetra no espaço cósmico profundo até Orion. É de Orion que Miz Tli Tlan recebe os disparos de luz (informação divina) é a função mais sublime deste planeta. Ele está numa frequência que faz um bypass em relação à zona das hierarquias caídas. Esta zona localiza-se na região da Ursa Maior, é aí que estão estacionados os centros de distorção de força que aprisionam a Humanidade nas leis do carma, da reencarnação, da morte, do medo, da mentira.

A corrente divina vem de Orion e quando entra em regiões cada vez mais concretas da Criação, os raios são distorcidos e eles retiram a inteligência divina superior e guardam a força - porque um raio tem 2 aspectos: energia e força - e esta força usam-na para criar falsos ídolos na Terra. Falsos ídolos podem ser iguais a verdadeiros ídolos, depende da energia que irradia, de como tu as utilizas ou como és ensinado a utilizar.

Esse Ser feminino, anunciando-se a essas 3 crianças (representativas do físico, do emocional e do mental) está a ajudar a humanidade dizendo: “fundam-se, unam-se e adorem”.

Adorar é a função mais essencial dos próximos tempos. Sem Adoração não há transmutação da força. Quando emanamos luz e vem uma onda de retorno da parte da pessoa que recebeu essa luz, se não adoramos não temos para quem canalizar essa luz. A luz em vez de desaparecer no vórtex do coração e no centro da pineal, como isso não está a ser estimulado, a luz começa a fixar-se no plexo solar. Tu começas a ser um trabalhador da luz com um plexo solar cada vez maior, como a história do sapo que queria ser como o boi.

ATENÇÃO! Porque tu vais ser investido com muita energia de retorno da parte das pessoas a que te compete servir e se tu tens Adoração e Amor, tu não tens diafragma para enviar a luz que os outros te passam e fica retida no plexo solar e, indirectamente, começa a estimular o próprio ego.

Para que o indivíduo possa dar e receber a luz completa ele necessita de Adorar.

Nós não temos prática de adoração sem ídolo. O Foco, a reunião de todas as energias da consciência em torno do único ponto no centro do ser e, no secreto, elevá-lo ao Pai e Adorar, não está estimulado na maior parte dos servidores e Eles não podem amplificar a tua voltagem se não tens fusível de retorno.

É fundamental, à medida que nos aproximamos dos postos de serviço, praticar a Adoração. Não se trata de saber transmutar o mal, nesta fase trata-se de ancorar o bem, a luz, o Cristo e a Verdade no grau que te está destinado, deixar que isso se liberte de ti e se irradie à tua volta e permanecer igual a ti mesmo em todas as circunstâncias. Esta transmutação do bem só se faz com a Adoração.

Miz Tli Tlan capta essa energia cósmica superior e faz um circuito alternativo que não é apanhado pelas hierarquias caídas. Isso faz triângulo com Lys e Iberah. O outro triângulo é entre Aurora, Lys e Iberah.

Miz Tli Tlan faz chover para dentro do espelho de Lys a vibração dos Arquétipos, ou seja, o propósito original fiel à vontade do Pai sem nenhum desvio de nenhum nível. Miz Tli Tlan contém a mais alta concentração de resposta ao Divino que se encontra na Terra. É como se tivéssemos um sino dourado com o diâmetro de Lys inteira. Experimentem tocá-lo! O mais real é, quando tu focas o que sai é silêncio e quanto mais profundo é o vácuo e o silêncio mais o que passa de Miz Tli Tlan para baixo se transforma em som, mas, no seu próprio plano, é silêncio profundo.

Miz - significa “sábio”. Ti Tlan - significa “cidade” “Cidade dos Homens Sábios” ou “Vaso da Sabedoria”. Como Tenoch Ti Tlan - “Cidade de Enoch”.

Este Centro irradia o código perfeito para a Terra, para Lys/Fátima, que, por sua vez, transforma essa instrução superior em moldes. Isto é, antes de haver uma folha de castanheiro, há uma sequência de desdobramento das mitoses que fornecem a diferenciação celular que constrói - o molde está lá.

Então, Miz Tli Tlan emana os arquétipos e Lys gera os moldes, os envelopes electromagnéticos que estabilizarão o plasma da vida em forma, reino e veículos. Esta não é a única função de Lys.

A Virgem está associada a Lys porque a Virgem é a perfeita forma da personalidade. Virgem é o que acontece após a 3ª iniciação, dá-se uma transfiguração e a personalidade é despida da matriz de controle e nesse momento tu reflectes o Divino sem distorção - tu és Virgem.

Esta é a função de Lys e estes moldes são levados a Iberah (Centro que lida com a energia sexual planetária) composto por hierarquias que parecem guerreiros, indígenas, trabalham com bastões de energia Vrill que conduzem força cósmica - é um centro masculino e lida com o verter do plasma da Vida dentro dos moldes, ou seja, Lys fornece suportes, moldes, desenhos e Iberah fornece o elemental que vai habitar aqueles moldes.
Iberah é o forno e lida com o derreter do ferro e portanto com o retorno de tudo ao nível elemental, lida com a reciclagem total das forças e das energias que em tempos foram uma forma - o habitante da forma foi para um plano superior e depois dá-se uma desagregação, uma decomposição daquela forma e ficam os elementos, os níveis atómicos.

Iberah é uma gigantesca antena que está situada no interior profundo da América do Sul. De vibração vermelho incandescente capta toda a força elemental da Terra, recicla-a, fá-la retornar ao estágio mais puro possível e volta a vertê-la em novos moldes.

Portanto, temos:

Miz Ti Tlan - andrógino - gerando arquétipos;
Lys - feminino - gerando moldes, matrizes;
Iberah - masculino - vertendo plasma de vida nesses moldes.

Isto é feito constantemente a nível global. Na formação do desenvolvimento do feto temos bem compactado o processo Miz Tli Tlan/Lys/Iberah.

Iberah lida com a energia sexual do planeta e com o poder de materializar. É o Centro mais potente deste planeta. Lida com frequências muito mais próximas da matéria, enquanto que Miz Tli Tlan lida com a Frequencia Arquetipica Cósmica e com a elevação da Terra ao Divino. Do ponto de vista cósmico divino, todos os centros intraterrenos são um só.

A energia de Iberah é tão potente que alguns magos aprenderam a desviá-la.

Se o Tantra da mão esquerda - sexual/físico - foi desautorizado pela Hierarquia, o Tantra da mão direita - o mantra, o yantra, o desenho, o hieróglifo sagrado, o ritual que vem do profundo do ser - tudo isso é Tantra. Sempre que dois triângulos tiverem que se ligar é tantra, e isso é estimulado por Iberah porque certos sons, certas formas geométricas alteram a vibração da matéria, tudo isto é tantra.

Sempre que temos a forma associada a uma função espiritual estamos em tantra. Tantra é uma realidade muito abrangente que relaciona forma com uma função divina. Lys capta a vontade do Pai, gera moldes que depois são preenchidos por esses varões de energia Vrill - elementais.

A forma pulsa, tem calor. A função de Lys é a geração de moldes para a vida.

O outro triângulo tem a ver com a cura cósmica - Aurora/Lys/Iberah.

Depois de Iberah ter preenchido os moldes com a forma e a forma estar viva (toda a vida, uma criança, uma borboleta, a consciência em evolução, a evolução do sentimento, etc.), isto fica vibrando entre Lys e Iberah. Como nós estamos submetidos a uma matriz que distorce o Divino, Aurora, constantemente, ajusta a forma de novo ao molde.
Aurora, que trabalha com energia violeta, é uma embaixada de Andrómeda na Terra. O poder de Aurora - 1º e 6º Raios - é de curar a vida, de A replasmar nos moldes.

É como se tivéssemos uma sacerdotisa que segura o molde num lado do triângulo e tem um sacerdote ígneo, com bastão de fogo a injectar o elemento primordial no interior do molde de forma que a Vida seja. E Aurora, em cima, é como um curador cósmico que verifica ao longo do processo daquela vida, naquela forma, as distorções, e quando a distorção atinge um certo nível, ajusta amorosamente de novo a vida e a forma ao molde.

Aurora rege o plano emocional da Terra. Isto significa que a maior possibilidade de distorção deste planeta é feito pelo corpo emocional.

Estes centros estão muito ligados à Mãe do Mundo, ao poder
da cura, ao fim do carma, à libertação do ser e à reunião do ser ao seu grupo cósmico.

E é assim que a Presença da Shekinah, e a manifestação da SuperVida na Terra está sendo preparada, com a emergência destas imensas centrais de Cura Global síncronizada com a nossa abertura e abandono aos níveis divinos de nosso próprio Ser.





PROCURA DO CRISTO INTERNO

Anjo da Paz - pintura André Louro 2006

9/9/05

Existe um esforço colectivo para a LUZ, uma fronteira que passa da fase experimental da vida para uma fase de maturidade, de compromisso responsável. Essa fronteira marca a transição de um ambiente onde os seres humanos se vão abastecer, regenerar, energizar, numa palavra, curar. Essa fronteira marca a diferença entre os grupos experimentais, embrionários, e os ambientes amadurecidos. Essa fronteira tem a ver com a transição do estado no qual as pessoas se aproximam dos pontos de atracção da Hierarquia, levando a sua situação, a sua crise, a sua luz. Não se pode amar ninguém sem se amar, compreender, envolver a sua crise também.



Nós não começamos o aprendizado do amor, da transcendência, de explosões de amor gratuito na mente cósmica superior para a existência. Aparentemente temos uma experiência oposta. Nós começamos esse aprendizado da existência para transcender e para começar a amar. Sempre se começa amando o outro na sua totalidade, naquilo que ele revela de pleno e naquilo que ele manifesta de incompleto. É na incompletude do outro que o nosso verdadeiro amor se revela. No entanto, esse estágio da vida do coração, que é o amor fraterno, marca a vibração dos ímans dos grupos numa primeira fase vibratória.

Quando nós nos dirigimos a um íman da irmandade cósmica, começamos por levar o nosso problema, o nosso processo, e como estes ímans que estão nos planos internos são uma expressão da Lei da Misericórdia, da Lei da Esperança, da Aceitação, da Compaixão, a tradição diz que: “ninguém que bate à porta deixará de ser aceite”. Isto marca uma boa parte da psicologia de grupo no início de um trabalho espiritual. Eu estou em desarmonia, existe um foco de harmonia relativa onde eu me posso dirigir, então eu vou e recebo um ajuste possível nos meus corpos, uma purificação mental, uma purificação do elemental astral. Eu recebo uma drenagem do foco da irritação urbana, uma anestesia em relação às dores aparentemente inamovíveis na minha vida pessoal, e isto tudo está bem mas marca a psicologia de uma fase inicial.


Há um momento em que um trabalho só pode avançar na sua capacidade de conter a vibração das iniciações que a humanidade procura sem saber. Avançar na qualidade de contentor de radiações centrais que vêm do coração e da mente divina e que precisam de canais vivos para chegar aos outros. E há um momento em que um grupo ou um ambiente necessita de passar por uma revolução energética na qual as pessoas começam a ser convidades a trazer a sua luz, não a sua agitação, o seu problema.



Isto só é possível se a lei da compaixão, que consiste em aceitar o outro e todos os seus aspectos, já tiver sido demonstrada por todos os aspectos do grupo.

Um grupo não pode evoluir para um estado no qual os problemas das pessoas presentes não contem enquanto não passar para um estado em que os problemas das pessoas presentes contem, porque ficaria psicologicamente inválido se um grupo tentasse começar por escalpelizar, por excluir a dualidade, a angústia, a gradação desta meia luz em que a psique evolui com o nosso corpo, mas se a lei da compaixão já foi demonstrada num certo grau, se a entidade portal já demonstrou não excluir ninguém, se ela já demonstrou uma abertura para receber no seu seio qualquer ser em qualquer situação, desde o mais simples ao mais complexo, desde o mais articulado ao mais insipiente inicial, desde o ser que está aparentemente em harmonia até ao mais desarmonizado, se a entidade portal, perante instâncias mais altas, já demonstrou que a lei da compaixão foi cumprida, o grupo é chamado a reorganizar-se internamente a partir de um novo ângulo do coração.

Trata-se de nós trazermos para o íman a nossa luz. Trata-se de crescer ao ponto de chegar a uma supra personalidade no qual a nossa história pessoal ou o nosso passado não conta, no qual, de facto, nada do que foi do caminho terrestre conta. Isso não é um estágio fácil de manter. Significa que o indivíduo vem contactar ou estar em íman trazendo o seu ser pleno de luz e pela luz que ele é, e que ele traz, dá-se uma multiplicação da luz grupal.
Esta parece ser a diferença entre os grupos de ovelhas (em que as pessoas trazem as suas crises e utilizam a experiência do divino como uma compensação) e os grupos de pastores.

Este grupo, curiosamente, não é nem uma coisa nem outra. Ele não é suficientemente fraterno para ser um grupo de ovelhas e não é suficientemente social para permitir a análise, a sensação de bem estar psicológico que os grupos fraternos invariavelmente geram e, ao mesmo tempo, ainda não é um grupo no qual a luz real do teu ser é o verdadeiro contributo que é trazido aqui.

Isto é, é uma experiência híbrida.

Não é um grupo em que a comunicação flua, ou que seja simples gerar novas amizades baseadas no espírito, ou haja enriquecimento pessoal no contacto com o grupo, e ao mesmo tempo isso é uma qualidade porque significa que este grupo já foi criado num ponto ligeiramente acima da necessidade de criar laços fortes entre as pessoas. Os laços estão sendo criados do nível causal para cima. Este grupo tem de ganhar uma velocidade de escape específica para a qual ele não pode ser uma experiência apenas de fraternidade.

Eles definem como um “grupo de pastores” um grupo no qual cada ser entra segurando uma chama, a sua chama, e pertence aos grandes corações livres (hierarcas), combinar as chamas de cada um de nós de uma forma misteriosa e invisível. Produzir uma tapeçaria de luz com as chamas de cada um de nós cujo desenho necessariamente se expande.


Há seres aqui que estão criando laços internos que vão durar milénios, outros que estão desfazendo laços que duraram milénios. Há seres aqui presentes que estão fazendo triângulos, hexágonos, seres que estão tendo o seu fogo interno ligado por fios em triângulo com outros grupos. Estão sendo feitos desenhos inter monádios que pertencem à nossa vida como humanidade profunda.


Esta capacidade de entrar num trabalho trazendo a sua luz, não significa que tanto os psicólogos nos planos internos como os aqui em baixo, nós todos, não possamos ver com o olho esquerdo a situação do outro, a dor do outro, o processo dele, mas a fase em que estamos a entrar é uma fase do olho direito.

Como é que se gera esta luz?


Desistam de olhar para o lado, para trás ou para a frente. Ninguém vai fazer o trabalho por ti. Não há influência directa suficiente para tu sofreres uma aceleração desse tipo. A viragem da página faz-se quando tu compreenderes que tu vais fazer o trabalho por ti. Qualquer tentativa de acelerar os outros é uma projecção da tua própria inércia. Eu tenho que parar e olhar para o meu trabalho que é de uma natureza auto perfurante e isto é intransmissível.
A fase em que estamos a entrar pode dar origem a uma plataforma de serviço, mas, antes disso, há um trabalho que é intransmissível. É o indivíduo parar de falar, de pensar, de ter opinião e olhar para si e perfurar as cataratas internas até sentir essa força dentro dele. Trata-se de procurar o Cristo interno definitivamente.


Chegámos finalmente à condição em que um indivíduo percebe que um peregrino é um ser que caminha sozinho sem esperar pelos outros.


Não há nada que te impeça de iniciar e desenvolver a descoberta do ser, a busca interior. Esse olhar profundo para dentro de nós gera vibração. O que é que te impede de viver esse mergulho? NADA! Este acto fundamental não pode ser transferido para ninguém. É isso a que se chama “Era de Aquário”: ausência de figuras carismáticas, de clero, de hierarquias explícitas, de gurus num grau específico, de forma a que um indivíduo aquariano possa, em plena liberdade, fazer essa endoscopia, entrar dentro de si.


Nós estamos num tempo em que só aqueles que superarem o emocional, o mental e o mental superior vão puder estar de pé, porque as pessoas focadas nos outros planos vão precisar de ajuda.


A pergunta dos Irmãos é: “O que é que tens feito com as tuas horas mais sagradas? O que é que tens feito com os momentos de ouro, com os vácuos que Nós criamos no tecido da tua existência para entrar uma energia superior?” “Eu estava lá na altura em que a energia me procurou?”
Então o trabalho actual implica, antes de mais nada, entrar em si até ao âmago: na caixa craniana; no tórax; no coração; na pineal. Entrar, entrar, entrar e quando encontrares uma barreira fica ali até que ela se abre, penetrando no silêncio.


A realização do Cristo é um assunto individual. A travessia para os mundos intraterrenos é grupal. Mas primeiro é necessário compreender que vocês não vêm aqui para realizar o Cristo, é a realização do Cristo em vocês que vos permite vir aqui. Este “aqui” é a coisa aglutinadora, o íman que chama os seres para a elevação da força planetária.

Nós temos 5 corpos secretos: um “corpo electromagnético”, que é secreto na medida em que a ciência apenas começou a perceber que há uma actividade electromagnética por detrás do ciclo celular e da mitose e da base da realização da vida das células – a forma mais conhecida é os fotões e a cor; um “corpo epicinético” feito de cor, luz e movimento. Vibra em ressonância com a alma e que está impregnado na massa muscular e nos tecidos; temos um “duplo intemporal” que tem a ver com o corpo causal. É nesse corpo que nós fazemos os desdobramentos para civilizações e espaços-tempo paralelos; depois temos o “corpo gemátrico” que contém a matemática divina da ascensão; e o “corpo Zohar” ou corpo de explendor que é a luz intensa que é representada em torno da cabeça dos budas, dos bothysatwas e dos santos da tradição ocidental.


Para além do psico-etérico, do emocional e do mental temos mais estes 5 corpos.
Temos uma plataforma electromagnética que é usada para construir a associação celular. Temos um corpo que vibra em função do som e da cor. Esse é o corpo secreto que gera as emoções estéticas que podem convergir para uma autêntica experiência do divino. Os grandes artistas têm o corpo epicinético incrivelmente desenvolvido. O corpo epicinético é o corpo que se move quando ouvimos Carmina Burana. Ele espalha a onda de sentimento até à ponta dos dedos. É porque existe um corpo epicinético que nós podemos esperar um dia ter sentimentos profundos com as mãos ou os pés. É óbvio que é através do corpo epicinético que nós poderemos vir a descobrir o que é o erotismo da Nova Terra.


Acima do corpo epicinético temos o duplo intemporal que é a acção dinâmica do corpo causal. Com ele nós podemos viajar para qualquer sítio do mundo – desdobramento superior.
Na viajem astral sai-se do corpo com o corpo astral em semi transe. Desliga a medula oblongata, há um abaixamento do metabolismo. A viajem astral é uma hipotermia espiritual. Na hipotermia o metabolismo do corpo é sujeito a uma temperatura tão baixa que o sangue concentra-se no coração e no cérebro. Na viajem astral tu sais realmente do corpo físico. Implica uma paralisia do sistema nervoso e do cérebro. No desdobramento superior tu sais na mesma, só que, ao mesmo tempo, podes estar com os olhos abertos falando com outra pessoa e ser levado em corpo causal a bordo de uma nave.


Pessoas que possam viver semanas ou longas horas dentro de um centro espiritual real, poderão ter experiências de desdobramento fortíssimas. Sentem que estão ali e ao mesmo tempo noutro envolvimento, noutro plano.


Acima do duplo intemporal, num nível ainda mais profundo, está o corpo gemátrico que contém o conhecimento secreto da imortalidade.


Depois do corpo gemátrico existe o corpo Zohar que é o corpo do explendor – Homem dourado.
A cada um destes corpos corresponde uma imagem sagrada.


A única forma de fazer vibrar estes corpos profundos é por uma concentração amorosa, secreta, massiva no centro do ser, no Cristo. É fazer isto 5 segundo e largo, daí a uma hora, 5 segundo e largo, até que isto vai-se tornando uma segunda natureza.


Não há cura, não há nada fora do Cristo. Há para a humanidade como um todo, mas isso é a lei da misericórdia. Vocês perderam contacto com a lei da misericórdia e estão entrando em contacto com as leis iniciáticas superiores.


Na lei da misericórdia o Cristo vem ao teu encontro mas na lei iniciática ele pára e espera que tu vás ao encontro dele. E quem diz o Cristo diz a rosa mística da Mãe divina.

Vocês, mulheres, são encarnações do princípio cósmico feminino. É preciso consciencializarem-se que são hologramas da Mãe divina e essa é a única forma de descongestionarem a sua existência.

...nesse momento o poder entrópico do Universo pára, deixas de morrer. É cá dentro que a imortalidade é gerada. É cá dentro que a entropia é suspensa. É cá dentro que se gera a 4ª lei da termodinâmica. A termodinâmica são três leis e é preciso criar uma quarta que negue a tendência do Universo para se desagregar, e é cá dentro que se cria essa 4ª lei. Há uma luz da luz que suspende a desagregação e a morte. Mas como é que vamos trazê-la ao de cima?
O trabalho começa quando tu reencontras a tua dignidade: “eu sou uma mónada divina que viajou ao longo de correntes de raio e que agora está encarnada num ser humano. E agora eu vou penetrar até chegar ao toque diamante disto e vou fazer isto, der por onde der”.
Este trabalho de dar à luz o Cristo é individual e cada ser tem de encontrar uma forma de atravessar as membranas, de romper a ilusão. Cada ser tem de encontrar a forma de gerar o impulso, a vida que rompe com a velha teia. Tu sais à noite, sentas-te, respiras fundo e pedes autorização para mergulhar no mistério da vida. Como isto tem a ver directamente com o instinto do sagrado, do superior, do permanente em nós, os mecanismos de auto revelação são postos em movimento.


É quando um ser tem autorização e aceita mergulhar, mergulhar, mergulhar, que estes corpos: electromagnético; epicinético e causal de desdobramento (contacto com outras dimensões. Tu sabes que o anjo está na sala através dessa vibração interna. O corpo causal intercepciona das sobrancelhas para cima); depois têm o corpo gemátrico e o corpo Zohar.


Vão até lá, não olhem em volta. A aventura é demasiado preciosa. O tempo é demasiado urgente. É de uma beleza indisível o que podem encontrar. VÃO! E se na primeira expedição tiverem que voltar para trás porque a sonolência, a inércia, os hábitos, o medo, a tendência repetitiva bioquímica ou as imagens de infância, porque todos nós herdamos auto imagens distorcidas pelos nossos pais, pelos avós e pela polícia, se essas imagens conseguirem outra vez o milagre psicológico de vos prenderem, então venham, voltem para casa, façam o prato de flocos de aveia com yogurte e nozes e voltem lá outra vez. Sempre!


Mas eu posso dizer: “eu não encontro, eu não sinto, não acontece”. Eu não tenho que esperar uma epifania. Eu tenho que saber que, se eu for fiel e se fizer isso sem nenhuma motivação exterior, mas porque é o único caminho para mim, é a próxima tradução da minha realização e busca de sentido, e se eu fizer isto com uma consciência crítica de que estes, os que atravessam os portais interiores, são os seres que podem realmente brilhar e salvar os outros, não com as mãos nem com a boca mas com o teu campo vibratório, então tu voltas, sentas-te outra vez e esperas, na fidelidade, na autoridade interior, na força e na segurança, porque depois o “outro” vai andar à vossa volta a tentar minar a vossa segurança até que o indivíduo colapse na sua fé e na construção da fibra óptica e do grande canal interno e retorne à consciência do senso comum.

Então tu precisas estar quieto e ouvir a VOZ.

Quando nos dirigimos a alguém e perguntamos: “porque é que não avanças?” Isso é uma projecção da nossa própria inércia.


Quando a consciência atravessa um primeiro portal, o corpo electromagnético é elevado uma oitava, o que significa que as células passam a consumir menos fósforo para fazer o ciclo celular. Com o campo electromagnético acelerado as células entram em regime de queima mais baixo. É frequente quando se faz um trabalho espiritual profundo, deixar de se sentir fome porque as células entram em regime de queima mais baixo, precisam de menos energia vinda pelos canais linfáticos e passam a receber disparos de energia interna. Quando o campo electromagnético é elevado, como nesta sala, há uma suspensão da necessidade de queima de fósforo e, então, as células já entram num regime mais subtil. Quando a consciência entra ainda num nível mais interno, o corpo epicinético é posto em movimento e aí não se sente mais depressão, angústia ou tristeza. Esse campo vibracional foi expandido e impregna o corpo astral com um sentimento estável superior. É um planalto psico afectivo que cura o corpo astral.

Quando o corpo electromagnético é elevado uma oitava os metabolismos físicos (desejo sexual, comer, dormir) entram num regime muito menor porque o corpo electromagnético mudou de nível vibracional.


A experiência de mal estar emocional é estabilizada. Isso vem da luz da alma e é transferida para o corpo astral através do corpo epicinético. Muitas vezes sente-se uma suspensão do problema psicológico perante uma obra de arte, o cinema ou até a natureza. O que certos anjos fazem é elevar a vibração do corpo epicinético e tu ficas dentro de um campo de luz, cor e calor tão forte e tão definido que o corpo astral não consegue descer de vibração.


Quando a consciência vai para um nível ainda mais interno tu começas a ter experiências de desdobramento expontâneo. Começas a relativisar a ideia de que o teu corpo, pelo facto de ele estar nesta sala, tu também estás.


Nós subimos nessa escada até ao corpo Zohar (corpo monádico). A luz por detrás do big bang explode na tua cabeça.

Nós, como grupo, temos facilidade de subir estes dois degraus: expandir os corpos electromagnético e epicinético de forma a criar-se esta estabilidade, mas só se o indivíduo fizer o trabalho sério de ir ao encontro do Cristo dentro dele, centrar nesta chama, de se concentrar nela e compreender que isso é individual, é a coisa mais séria que o indivíduo tem pela frente. Entrar em si profundamente até sentir esse campo vibracional do tórax à cabeça e erguê-lo acima de todas as imagens culturais, psicológicas inventadas seja por quem for. Livre.
Uma vez feito esse translado, isso activa o corpo gemátrico. Tu elevas-te pelo Cristo até ao nível de Metatron e daí à vibração Zohar.


Existem esses 5 elevadores vibracionais poderosos dentro de nós. Eles dependem de eu fazer esse trabalho secreto para começarem a despertar gradualmente. E o trabalho que dantes demorava décadas hoje pode ser feito em 6 meses.

Não olhes para nada, olha para ti. Tu tens uma oportunidade, o que equivale a dizer que tens um problema, o que implica que tens um método para descobrir, um trabalho para fazer, o que implica que estás em movimento. Isto está à tua frente.

Eles declaram:

Mulheres, vocês são encarnações da Mãe divina. A partir de um certo ponto de consciência é isso que se instala.


Homens, vocês são hologramas da Irmandade cósmica, portanto, da consciência Melkizedeque. Significa que há um Rei e um Sacerdote dentro de vocês.

O que é um Rei? Um centralizador de feixes. Atribui um significado máximo à existência. Trabalha com energia vertical e magnética.


O que é um Sacerdote? Um sincronizador de planos. Sincroniza as esferas. Trabalha com ritmo, com pulsação, com as ondas e com a encarnação da força.


Então:
Mulheres: Perdoem ao mundo. Sejam o Amor. Perfumem a aura das crianças. Plantem a flor de vocês mesmas. Tragam o mundo para uma grande piscina de compaixão. Mergulhem a Terra nas águas imaculadas da Mãe divina. Curem o mundo pelo poder da Mãe se plasmar em todas as partículas. Sejam vastas, profundas e triunfais.

Homens: Encontrem o eixo. Façam a ligação entre o possível e o impossível. Sejam condutos da força.

Até onde fomos: Elevação do campo electromagnético. Expansão do campo epicinético.

Estes dois nós já fazemos com toda a simplicidade. Está aqui na sala. Por isso vocês têm uma fisiologia atenuada e um binário psico afectivo atenuado. O próximo passo é começar a viver o desdobramento e a multidimensionalidade. Vocês vão encontrar o Cristo sozinhos. Cada um de nós precisa de aprender a andar com Deus sozinho. Depois, quando tu tiveres uma luz plena, então tu tens algo para dar. É uma realidade aquariana mas a primeira fase de Aquário não é o grupo, é a independência. Isso implica uma capacidade individual de encontrar o Cristo sozinho.

Vai. É na solidão que se dá a grande nutrição. Ele corará o teu coração na solidão. Depois tudo chega. Nesse deserto tu começas a sentir a voz e sem ouvir esta voz tu não tens luz para dar e então os grupos têm, sistematicamente, caído na situação de grupos de rebanhos e não grupos de pastores.



André Louro de Almeida - Transcrição de Alice Jorge

Wednesday, November 15, 2006

Lys e o Éter Primordial - 2002

Ser de Vénus fotografado nos anos 80 após aterrizagem de uma nave de observação. Os Venusianos tem os seus corpos compostos por substancia nutrida pelo corpo gemátrico, o nível mais profundo do éter gerador de formas, o que os torna mensageiros da vibração virginal, frequencia de imagem e semelhança que se reflete também no Espelho Central de Lys.

Lys e o Éter Primordial: Conferência de 29 de Novembro de 2002
(transcrito directamente da linguagem oral - não revisto pelo autor)




Disponível em CD audio
info@iridia-lumina.org



Por detrás das aparências, por detrás daquilo que impacta os sentidos, sempre esteve preparada, sempre esteve latente, sempre esteve viva, uma Síntese. Uma Grande Síntese. Por detrás da trama, por detrás do espaço, do tempo, da escola, por detrás desta química existencial em que nós nos encontramos, sempre esteve latente, sempre se ocultou uma Grande Síntese.

Uma realidade, que do ponto de vista da evolução, é perfeita. Sempre Algo Maior se manteve latente. E a época em que nós estamos, é uma época em que é permitido recriar este Planeta. Em que é permitido gerar uma regénese. E tu, enquanto indivíduo lúcido, tu encontras-te no ponto de encontro, tu encontras-te no ponto de convergência que conduz à emergência dessa Síntese. Ou seja: neste momento, nós encontramo-nos num Planeta que está a ser rescrito. Que está a ser preparado para ser dito de novo.

Um planeta que está a ser preparado para ser de novo verbalizado. E o teu ser é o ponto de encontro de duas imensas realidades de que nós vamos falar. Ele é o ponto de convergência de duas imensas realidades. E por este casamento, por este novo casamento entre o Espírito e a substância, nós vamos poder falar, viver, ser, um Novo Homem. E este Novo Homem é como que um novo equilíbrio entre o que constrói a realidade. Entre o Espírito emissor e a substância receptiva.

O Novo Homem é um novo equilíbrio. É um novo degrau. É uma recombinação do Universo. O Novo Homem é Universo recombinado. Reorganizado.

Este ser em síntese, isto é, este ser que cumpriu as etapas, e quando nós falamos de etapas não falamos da actual biografia do homem terrestre, não falamos da actual biografia individual... as etapas são realidades com milhares de anos dentro de vocês; nós, hoje, não estamos mais em julgamento. O julgamento já foi feito pela própria Mónada do indivíduo. Pela própria essência do indivíduo. Antes que tu te tivesses projectado nesta dimensão, o teu destino Maior já estava desenhado. Já estava pronto.

O teu desígnio, nos níveis supramentais, nos níveis supraterrestres do teu ser, já estava pronto. E esta não é uma encarnação de prova. A dificuldade tem a ver, apenas, com a precisão, a exactidão, e com a maior ou menor plasmagem de Luz Eterna na nossa consciência e corpos. Isto não é uma encarnação de prova entre sombras e trevas. Isto é uma encarnação de permissão. Porque as encarnações de prova ficaram para trás. Nós tivemos dois mil anos de prova. Dois mil anos de trabalho. Dois mil anos de atelier planetário.

Hoje, os seres que encarnam, tirando raras excepções, vêm revelar a síntese do que estiveram acumulando no seu interior durante os últimos milénios. Eles não vêm viver a prova, exactamente, ainda que isso pareça estar à superfície, ainda que à superfície dos acontecimentos, as pessoas sintam que estão sempre em prova.

Mas o que se passa, é que esta encarnação, esta nova experiência biológica em que nos encontramos, destina-se, no profundo, a plasmar nos corpos a síntese de todas as encarnações até agora. Em outras vidas, nós recebíamos uma pequena percentagem da Luz que somos. Porque eram vidas de prova. Eram vidas em que tu estavas acumulando Tesouros no Céu. Eram vidas em que estavas estimulando os reservatórios superiores do teu ser, através do acto moral. Através da bondade. Através do sorriso que compreende. Através do esforço para o bem. Através da amplificação do coração. Através do refinamento da consciência. Através da purificação do carácter. Através da união com a boa vontade. Isto tudo, do ponto de vista do trabalho, da síntese planetária, ficou para trás. Esta não é uma vida de boa vontade, nem de bondade, nem de purificação do carácter, nem de refinamento da consciência, nem de praticar o bem... Isso, hoje, é considerado automático!



Esta é uma vida para receber o Arquétipo! A Entidade Maior! Se nós continuamos no nível - completamente compreensível, completamente legítimo - da purificação do carácter, da eliminação de defeitos, do esforço para o bem..., não iremos encontrar o ângulo que te coloca, a par com o novo degrau. Com a Nova Harmonia. Com a Nova Criação.

Esta é uma encarnação, na qual a partir de 2008, o corpo Causal começa a ter os seus invólucros removidos. Começa a ter as suas membranas subtilizadas. E, como vocês sabem, este nosso corpo Causal é o ponto de encontro entre a mente que sobe, entre a mente que aspira, e a Luz que tu és. O Ser Maior que tu és. Mas este ponto de encontro tem tido - como dizer isto? - uma pavimentação, membranas subtis, que impedem, por uma questão de equilíbrio... - porque no passado as vidas eram vidas de prova, porque o indivíduo não podia receber a Luz toda, porque ele não tinha corpos para receber a Luz que ele era, porque ele tinha que purificar os corpos...

Então existiam estes anteparos entre a Luz que tu és, entre a Estrela-Ser que tu és..., entre o Ser-Estrela..., entre a Entidade Galáctica que tu és e a sua contraparte terrestre; a forma como a Terra conseguiu, até hoje, fotografar a tua Entidade Galáctica; revelar a tua Entidade Galáctica. Mas essa fase, de preparação dos corpos para a Luz, está terminada. Há centenas de anos que vocês têm vindo a fazer isso. Isso terminou nas vidas anteriores. O trabalho, hoje, está sendo operado nos planos internos, por entidades como Elias, que hoje é um extraterrestre da sétima dimensão; por entidades como Isabel, que hoje é um andrógino, lá, nas naves de Luz, da Confederação Intergaláctica; por entidades como Maria, que hoje são Vórtices de colapso Espaço/Temporal; Maria são Vórtices de transformação de contínuos/dimensões. São Seres transdimensionais.

E o que estes Seres estão preparando em nós, é a subtilização, a progressiva transparência e, a partir de 2008, praticamente a remoção das duas membranas que configuram o corpo Causal. O que significa uma incandescência na coroa e no centro do peito. E, como vocês sabem, é nesse Veículo Superior que se encontra todo o Bem, que vocês acumularam em vidas anteriores.

E nenhum de nós tem a mínima noção de quanto Bem acumulou aí. Da Luz que foi reunida nessa Arca Secreta. Daquilo que é a Síntese de milénios, de caminho longo, de pedras, de espinhos... Nós, hoje, lutamos e ainda sofremos, por uma questão de hábito! É um hábito! Porque a Luz ainda não ancorou totalmente. Porque a nossa quietude, e o nosso vácuo, e o nosso sim, e a nossa nova dignidade, ainda não emergiram na configuração exacta que permite a plasmagem da vibração da Verdade. Notem: eu não estou a falar daquele caminho que vai da sombra para a Luz. Daquela longa progressão da sombra para a Luz.

E de todas as variações entre a sombra e a Luz. Estou a falar que existe uma vibração de mentira e uma vibração de Verdade. Uma vibração de processo e uma vibração de culminância. Uma vibração construtiva, progressiva, plástica, psicológica, e uma vibração de Revelação e Contacto, entre a entidade Divina e a entidade terrestre, em ti. E isto plasma-se. Isto ancora. Isto estabiliza, centraliza a consciência. Isto baptiza com Fogo a natureza do ser. E a etapa em que nos encontramos, é uma etapa de remoção dos véus. De remoção desta catarata espiritual que nós temos na nossa óptica interior. Esta opalinidade. E é uma etapa para receber os Tesouros do Céu. Isto é, o indivíduo está sendo chamado para não operar mais, apenas no sentido ascendente. Mas para aprender (é isso que faz um Iniciado), para aprender a trabalhar no sentido descendente. Nós chamamos Transfiguração, àquilo que acontece nos nossos veículos e na nossa pessoa quotidiana - esta consciência de vigília, ambulante, que somos nesta dimensão - nós chamamos Transfiguração, ao que acontece quando tu te vês de cima, do outro ângulo. Quando tu te vês além de ti. Acima de ti.

Quando tu sentes além da zona, a que antigamente chamavas "eu". Reparem que na Transfiguração, no sentido simbólico ocidental, Jesus sobe ao alto do monte. E a Transfiguração consiste na consciência que reside naquele Ser, mudar de plano e ver os corpos... - Quantos Discípulos subiram com Jesus para o alto do Monte? Três. - Então, cada um deles representava um veículo da personalidade. Eu cálculo que João representava um veículo mais sensível, Tiago um veículo mais mental e Pedro um veículo mais activo, mais vital, mais físico/etérico, mais dinâmico. E o que acontece, é que tu tens este quarto princípio, que é a Visão Pura, que leva estes três corpos ao Alto de um Monte; o que significa, trazer a consciência para o topo do ser. E, nesse nível, ver-se totalmente liberto da vibração dos corpos! Esta passagem, meus irmãos, esta passagem existe!

E aquilo a que se chama a Transfiguração, a terceira Iniciação, é um processo no qual, definitivamente, essa quarta realidade conquista a consciência. O novo ângulo torna-se a nova normalidade. Há uma nova normalidade nessa terceira Iniciação. Mas o indivíduo não tem que esperar por esse acontecimento, que está no caminho de muitas pessoas, de milhares de indivíduos, o indivíduo não tem que esperar por essa terceira Iniciação para praticar a Transfiguração. Basta que ele compreenda, que a Terra onde ele caminha, está em Transfiguração. E que os véus, que separam a Humanidade de superfície da Humanidade Profunda, das Humanidades paralelas, das nossas Humanidades Irmãs, todos estes véus estão a ser removidos. Estas películas de incomunicação estão a ser removidas. E isto acontece na Terra, como uma Arquitectura Celeste, e acontece em ti, individualmente. Tu és Terra em Revelação!

Nós universalizamo-nos através deste pensamento. E tu sabes que as vibrações mais altas da vida só podem ser contactadas, quando um indivíduo se universaliza. O indivíduo tem que se universalizar. Que é o mesmo que dizer que tem que se tornar impessoal. E tu universalizas-te, quando compreendes: Eu sou Terra em Revelação! Eu sou um fragmento do processo Terrestre! E o que acontece na Terra acontece em mim! E se eu consciencializar a Luz em mim, a Consciência Luminosa da Terra expande!...

Este monte Tabor, este monte da Transfiguração, pode ser subido agora! Para que o indivíduo viva uma Transfiguração, para que o indivíduo se veja a si mesmo, do Espaço para a Terra, isto é, para que a zona extraterrestre da tua consciência seja activada - sem a qual não há contacto com a Confederação - para fazer contacto com isso, eu preciso de inaugurar as regiões extraterrestres do meu ser. De as activar. E estas duas membranas, no corpo Causal, estão a ser removidas. O que significa que, entre a consciência neurológica quotidiana e a Consciência Cósmica Central, há cada vez menos filtros. Há cada vez menos portas. Há cada vez menos impasses.



Confiem nisto! Vamos ser isto! Vamos amar isto! Vamos plantar e colher isto! Vamos vibrar isto! A União! Ao fim de labirintos indescritíveis na noite dos tempos, vamos vibrar, finalmente, a União entre o Ser Maior e esta parte dele insignificante, do ser que tu és. Esta parte que está nesta dimensão. Vamos amar isto! Porque se nós amamos isto, se nós nos preparamos para receber isto, se nós nos tornamos afins com isto, nós cumprimos o Grande Serviço! O pequeno serviço é ouvir o outro, dar cobertor, dar sopa, dar Bíblia, dar abraço, encontro, palavra, sorriso..., isso é o pequeno serviço. O Grande Serviço é isto! O Grande Serviço é esta Revelação em ti da Síntese que está por detrás da trama. É este duplo intemporal, este duplo que tu tens na Eternidade, com o teu rosto feito de Plasma Estelar, esta esfinge do teu próprio ser que tem estado do lado de lá do véu!...




A membrana superior do corpo Causal é removida pelas Energias de Samana/ Jesus, e de Moisés, que hoje tem um novo Mantra, e está ligado ao processo de Órion, em nós. À descida da Força de Órion neste planeta. À descida da Força do Comando Galáctico neste Planeta. À descida da Central Michael neste Planeta. Sabes, esta espada de Michael, já chega de ela estar virada para o alto, falando da Lei! Esta espada de Michael, ela precisa de virar e cravar-se na terra. Isto é, na nossa terra individual! E esta descida, desta Força de Órion, está dissolvendo membranas, desde a Mónada até ao corpo Causal! E esta Força, o Factor Órion, está produzindo uma electrificação nas nossas Mónadas! O Eu Sou está a receber uma electrificação dinâmica! Nós estamos a ser ampliados no secreto! Nós estamos a ser fecundados pelo Fogo Cósmico!... Está o indivíduo, aqui em baixo, a achar que estes assuntos não são bem para ele..., e está ele, nos planos internos, a ser fecundado pelo Fogo Cósmico!



Eu insisto: por detrás das aparências, um acontecimento Triunfal está sendo preparado neste Planeta! Por detrás da trama, por detrás da crónica quotidiana, um acontecimento Maior já está em acto! E este factor Órion (que já vamos ver um pouco melhor o que é), está dissipando os véus entre os níveis do ser. Além do Causal. O que significa que a velocidade de comunicação do Espírito à sobremente é fulminante, hoje! As nossas sobrementes, isto é, o Causal, estão tremendo com o que vem por aí abaixo!




Eu não sei o que acontece com as nossas personalidades, aqui. Porque nós vivemos nesta fantasia kafkiana, que é a vida tridimensional. Então, enquanto estamos na fantasia kafkiana, o indivíduo não aprendeu, ainda, a tremer. Mas o nosso veículo Causal, a nossa Alma, treme, hoje! Eu não estou a falar de medo. Estou a falar de temor Divino. Isto é, de uma compreensão Intuitiva da Transfiguração. A Transfiguração cura a identidade.




Esta Alma tem de superar definitivamente a ilusão de que é uma experiência no Espaço e no Tempo. E esta Alma, este Eu Superior, tem de rodar! E... já rodou! Já rodou! A Alma, a vossa Alma, já fez a rotação.




Como se tem dito, ela não está mais interessada em experiência tridimensional terrestre. O que não significa que o indivíduo não vá viver experiências psicológicas que o equilibram. Sim. Mas é como se fosse o mínimo, sabes, o mínimo de experiência humana, o mínimo para o ser estar equilibrado. É viver a parte humana comedidamente. É viver a parte humana frugalmente. É aprender a ser frugal no nível humano, de forma que a Alma, que está a viver esta rotação nos planos Internos - claro que sempre que nós fazemos uma coisa histriónica, estridente, aqui em baixo, a Alma tem que se virar de novo para nos equilibrar, não é?...




Nós não a libertamos por processo de Transfiguração. Sempre que nós, aqui, agitamos o líquido outra vez, aqueles materiais que estavam a depositar-se no fundo do copo, para serem transmutados pelas Hierarquias Cósmicas, voltam a misturar-se nos nossos corpos, outra vez! Sempre que nós agitamos este emocional, lá vem aquele sedimento outra vez todo para o líquido emocional! E sempre que o indivíduo ainda se deixa prender por um processo mental, lá a coisa começa de novo!...

E isto leva a Alma a ter que se virar de novo para a personalidade, coitada!
E ter que estar ali mais um ano..., mais seis meses..., mais três meses..., a equilibrar aquele material que foi outra vez sobreexcitado!... O indivíduo, hoje, vive como um cipreste ao vento. Isto é o que se pede da personalidade humana. Como uma chama à chuva! Como um cipreste ao vento! Isto é o que se pede desta personalidade humana: que ela se aprume, se simplifique, sem ambições, sem pressa, sem recriminações, sem sentimentos de culpa, mas com uma lucidez cada vez mais potente! Que o indivíduo se aprume e que se estabilize e que não mexa no material de que ele é feito! Que ele não mexa muito no material de que ele é feito! Porque isto já está tudo ligado às centrais de incineração Cósmica na Terra! Que ele não tente fazer psicanálise onde o Universo já está a fazer Síntese! E que ele viva com frugalidade! Que ele viva geometricamente! Sensível e geometricamente! Isto é, com uma nova sensibilidade geométrica! Com fogo quente e frio, simultaneamente!

Que ele combine estas coisas!... Que ele combine os centros superiores com os centros inferiores! Que ele encontre uma nova temperatura para ficar estável! Nem muito frio, nem muito quente. Existe uma temperatura, que é a do cipreste ao vento. Porque, muito frio: o indivíduo começa a perder estabilidade psicológica. Muito quente: o indivíduo volta outra vez para a velha estória do desejo. Então, aqui, há uma temperatura, uma combinação elegante, um novo degrau, uma nova harmonia, que é preciso explorar. Isto está pronto também. Esta nova combinação, para a personalidade.

Porque o Novo Homem não é um descartar da personalidade! Nem pensar! O Novo Homem é uma Nova Personalidade! Por isso se pode falar em Transfiguração.

E que ele não mexa nisto que ele é, mais do que o necessário para estar em equilíbrio! O que significa que, quando ele sente uma aberta, um Raio de Sol, que ele se vista de Gratidão! E que ele se vista de Sinceridade! E que ele se vista de Clareza! E que ele se vista de Ousadia, de Coragem Espiritual, e saia à rua, não para agitar o que ele é num plano humano, mas para ajudar, para contribuir para que a sua Alma termine a rotação. Isto é, de uma Alma ocupada com a personalidade, para uma Alma ocupada com o Ser Divino; para uma Alma virada para o Ser Divino; uma Alma virada para a Central de Iluminação no Centro do próprio Ser.
E que ele ame não exaurir as energias da sua alma! Que ele ame saber que a Alma está encontrando a sua identidade Cósmica! Isto tudo, agora, vai ser feito no nível da Alma! Entre a Alma e a Mónada! E a Alma vai-se encontrar, a tua Alma, o teu Eu Superior, vai-se encontrar com os seus Irmãos! Com a sua Família Cósmica! Com o seu Grupo Interno!

Existem doze Grupos Internos na Terra. Tu pertences a um deles. O Israel Espiritual é isto: é o facto de a Humanidade Profunda estar dividida em doze lentes; cada uma processando uma Energia de Raio. Com a lente do Cristo, PAX - o décimo terceiro Raio - ao Centro. Isto forma a Energia de Erks e a Energia dos Conselhos Superiores. Aquilo que nós vamos aprender com o tempo sob a forma de o Conselho Alfa-Ómega - que é um Conselho directamente ligado ao alívio da dor da humanidade, à Iniciação da humanidade, e à união da humanidade com os mundos superiores, com os mundos distantes. O Conselho Alfa-Ómega é um Conselho formado por doze membros em torno do Cristo. E este Conselho Alfa-Ómega é como um tambor de dínamos. Cada um deles é regido por uma Hierarquia. Cada um dos doze. Então este Conselho de Anciãos e Anciãs, estes doze, eles são a defracção da Paz Crística, que é o décimo terceiro Raio. Sabes, tu tens o pêndulo, depois tens o ponto de repouso. O ponto de repouso na ponta do pêndulo, chama-se inércia. No ponto que segura o pêndulo, chama-se o Cristo. E o que está em cima, tem que se rebater neste ponto de baixo.




Então, PAX é esta experiência de não existir, existindo, é esta experiência de um vácuo que inverte a consciência do ser, para o não-ser. Para o não-ser Criativo. Isto é a Energia Central do Cristo: Deixo-vos a minha Paz. Mas esta Energia Central, cuja origem é Órion, tem doze defractores. Estes doze defractores são doze Anciãos que formam o Conselho Alfa-Ómega. É como se nós pudéssemos ver doze tonalidades em torno do símbolo do Cristo. Do monograma de Cristo. Cada um destes Anciãos trabalha com um dos doze Grupos Planetários. E estes Grupos Planetários são secretos. Não tem nada a ver com o que nós fazemos nesta dimensão!... Nós podemos formar um grupo nesta dimensão, um dia, e aquilo é totalmente heterogéneo. Tem seres de vários Grupos Internos.

E estes Grupos Internos são a tua Alegria Cósmica! Alegria, ALEGRIA, é o que acontece quando tu encontras a vibração da tua Hierarquia, do teu Grupo Interno, e tens a certeza, da célula à Mónada, que estás a retornar a Casa. Isto é que é Alegria! Alegria é este momento em que não fica uma sombra de dúvida na personalidade, de que ele está sendo levado para Casa. Alegria é a experiência de ter sido admitido, de ter sido reintegrado, em nível de Alma. Porque a felicidade é uma coisa da personalidade. A Alegria é uma coisa da Alma! (E a Bem-aventurança é uma coisa do Espírito.) Alegria é quando a Alma se auto-realiza! E vocês estão muito próximo disso! Eu sinto, com todas as fibras do meu ser, que vocês estão muito próximo da Alegria! Não da felicidade, como vocês já repararam. Não estão assim tão próximo. Mas da Alegria, estão próximo!

Quando o Ser que está no Centro - não a Mónada, mas a Alma - consegue terminar a rotação, do mundo da personalidade para o Mundo Interno, e ele encontra-se com os seus irmãos no plano da Vida. E não no plano da forma. E isto, isto é como uma chuva de pétalas... para a Alma! Isto é como um mergulho no licor electrificado de Deus! Este é o vinho de que Rumi e os poetas Islâmicos falam! É quando a nossa Alma se encontra com os seus Irmãos!

Frequentemente, seres, que têm dificuldades de funcionar uns com os outros nesta dimensão, são justamente irmãos no Grupo Interno. Frequentemente, seres, que não encontram química, aqui em baixo, são irmãos no Grupo Interno. O radicalmente oposto a isto também é verdade. Frequentemente, seres, que não têm quase nenhum trabalho a fazer, até para se harmonizarem um com o outro, também são irmãos no Mundo Interno. Os radicais são verdadeiros.

Os que se dão muito mal, no plano humano, e os que se dão instantaneamente, como se não houvesse dois. Como se fossem um. Isto também é verdade. E Alegria é isto. Alegria é este espinho da Alma ser removido! Que espinho é este? A Alma não está sempre numa dimensão Superior?! A Alma não está sempre na Luz?! A Alma não está sempre na Contemplação?! Sim. Mas a obrigatoriedade kármica e estrutural de se exprimir através de uma personalidade, a maior parte das vezes errática, porque o nosso livre arbítrio é todo ele uma esfera de 360 graus, então a nossa Alma tem o espinho ligado a estes factores.



Mas quando este ser redescobre o que é que significa Energia Monástica, que não tem a ver com paredes, nem com portas, nem com janelas, nem com celas..., quando ele descobre o que é o Monge..., que é este cipreste ao vento, permitindo que a Alma termine totalmente a sua inflexão para o mundo do Espírito, e não consumindo a vibração do ser naquilo que não conduz a essa frequência... De repente, quando a Alma termina, quem está do lado de lá?... Quem está nos planos superiores?...

Porque a Alma, como vocês sabem, está no mundo subtil, e o Espírito está no mundo ardente. A Alma está no mundo subtil superior. E o Espírito está no mundo ardente. E a Alma vira-se. Ela está rodando. Ela está aspirando, no seu próprio plano, a reencontrar o seu Grupo Cósmico e, sabes, a sair do rio e a entrar no Oceano. E o Oceano da Alma é quando ela é integrada ao campo de uma Hierarquia, e o Fogo dessa Hierarquia electrifica a Mónada, e a Mónada chama a Alma a si. E tu és ALEGRE! A ALEGRIA é isto! É o ser ter reencontrado as Portas do Cosmos! Isto é uma Alegria que sacode o sono que se acumulou na nossa espinal medula!

Tudo o que nós temos ao longo das vértebras é a reprodução, no corpo, do pilar de Luz, de Órion até ao Coração da Terra. Isto é, do pilar de Luz, desde o portal Galáctico Superior até ao Coração do nosso Planeta. Lá, o Centro de Magma. Aquele Sagrado Magma. Existe um pilar de Luz que começa em Metatron, Michael, Melchizedeck, Jesus, Elias, Moisés, que converge para os Guerreiros do Espaço, Comando Ashtar, até começar a chegar aos pináculos dos nossos Templos!...

E este orifício, que nós temos ao longo da coluna vertebral, que contém uma série de mistérios, até no plano físico, desde os líquidos..., é todo um universo que está aqui! Isto, esta nossa coluna, é onde a matriz de controle (como vocês se lembram do filme Matrix, aquilo está tudo ligado na coluna vertebral...), é onde a matriz de controle ancorou. Desde a medula oblongata até ao sacro, tem uma série de nódulos que foram fechados pela matriz de controle. É isso que permite a consciência normal. A consciência quotidiana.

Quando a Alma termina de fazer o seu processo de rotação, estas duas membranas no plano Causal são removidas e acontece uma descarga da Mónada para a Alma, que a chama a si. E essa descarga, na qual a Mónada chama a Alma a si, retroactivamente, desce do cérebro, entra no feixe de nervos da medula oblongata e dispara até à raiz. É o oposto de kundalini. É o oposto do processo yóguico clássico. É a acção da Luz, da Mãe - que vem, neste caso, associada à abertura incondicional da personalidade - descendo até despertar o segredo do sacro.

E esta descida, esta tomada de posse, sacode, sabes, é como o efeito de chicote, sacode o que resta da matriz de controle nos nossos corpos. Por isso é que não se luta contra nada. Alimenta-se algo, acima de nós mesmos. No Profundo. A nossa espinal medula e a sua contraparte etérica foram criadas para o êxtase. Quando esse Fogo, que vem de cima, consegue atravessar aquilo a que nós hoje chamaríamos a coluna adormecida - e nós passamos da coluna adormecida para a coluna de cristal - tu começas a sentir uma ondulação, que vem desde a base da coluna vertebral até à medula oblongata, e da medula oblongata até à base da coluna vertebral. Essa ondulação, com uma grande concentração no peito, chama-se Ananda.

Ou, Aleluia. Alegria. Alegria Cósmica! E isso, não só remove a matriz de controle que está na nossa coluna vertebral, num certo grau, como principalmente liberta a capacidade de receber o êxtase. E rectifica a forma como nós buscamos o êxtase. E nós não podemos não buscar o êxtase. Isso não é possível. Nós não fomos feitos para não procurar o êxtase. Isto tem sido dito várias vezes nestes Encontros. Agora, à medida que nós permitimos que a nossa Alma faça a rotação final, que a partir de 2008 tem todas as condições para estar feita, isto produz uma abertura de comportas dentro de ti e a onda, aquilo a que alguns ambientes chamam a onda de Metatron, começa a percorrer o teu corpo. Como a coluna vertebral é uma central de informação, quando essa onda, vinda de cima, atravessa a coluna vertebral, ela vai passar uma nova informação a todos os chakras. Na verdade, vai reduzir os sete para três. E depois os três, bem mais à frente, para um.

Os chakras vão ser sintetizados. Estas sete fracções vão ser unidas apenas em três, agora. Nós estamos sendo, hoje, chamados para sentir a Energia do nosso Grupo Interno. E para ocupar um ponto, um nicho, uma cápsula única - que se o indivíduo não for para ali, ela fica vazia. Ela é insubstituível. - na Geometria do Cristo. Tu tens um posto na Geometria do Cristo. E esse posto é-te revelado, para além de todas as fantasias, para além de todas as divagações da Nova Era, esse posto é-te revelado, à medida que vais sendo sugado, vais entrando em osmose, vais ficando fundido no teu Grupo Interno, no teu Grupo Secreto. E então a tua Hierarquia é-te revelada. O teu Mestre directo, aquele que está a produzir a electrificação da tua Mónada, é-te comunicado. Mas isto começa por um estado de aprender a não ser. Ou se quiserem, isto faz-se pela via do Vácuo.


Pela via da Grande Aspiração. Pela via da GRANDE ASPIRAÇÃO! Que é também a via do Grande Serviço. Ao mesmo tempo - e isto marca bem o momento que estamos a viver - ao mesmo tempo que a Alma está rodando para ser puxada para o plano da Mónada, para ser ligada ao Espírito Puro, ao mesmo tempo, as Energias de Órion estão a aproximar-se, de novo, da Terra. Estão a aproximar-se, de novo, da coroa da humanidade. Estão a perfurar a resistência e estão a ancorar na Terra.




E este Fogo Branco, vindo de Órion, já chegou! E concomitantemente (são dois processos em simultâneo), a Mãe Divina, a Grande Velada, desperta do seu sono desde a Atlântida! Então, nós temos este casamento entre o Céu e a Terra! Verdadeiramente!...
O que é a Mãe Divina?




O éter é como um espelho. E no mesmo espaço geográfico, existem quatro espelhos. Tu tens os sete planos que compõem o plano físico: sólido, gasoso, líquido, quarto éter, terceiro éter, segundo éter, primeiro éter. O éter é espacial. Se tivéssemos que falar em espaços Divinizados, teríamos que incluir a consciência do éter. O éter é um espelho, é uma química oculta, que reflecte planos transcendentes para dentro de dimensões inferiores. Portanto, éter e poder de reflexão são equivalentes.




Um ser-espelho, isto é, um ser que é formado para funcionar como um espelho, é um ser que está aprendendo a activar o éter. Está aprendendo a transformar o espaço por onde ele passa. A partir do Profundo para o Espaço. Estes quatro níveis de éter, cada um reflecte um nível do Pai. O quarto éter reflecte o Intuitivo. O terceiro éter reflecte o Espiritual. O segundo éter reflecte o Monádico e o primeiro éter reflecte o Próprio Pai.
O que é que significa reflecte o Pai?




Tu sabes que o éter no plano Monádico foi activado, porque tu entras num espaço e não consegues falar. (Não sei se alguém aqui já teve essa experiência.) Quando tu entras num espaço, e o código, que está instalado nas partículas invisíveis que fazem circular a energia, é tão saturante da consciência, a consciência fica tão completa, que tu compreendes que não há nada a acrescentar.




Nem nada a fazer. Nem um ritual. Ritual, já é um éter mais abaixo. Não há nada a acrescentar. Tu sabes que esse éter Monádico, que é o segundo éter, está activado, porque tu não consegues acrescentar nada. Tu és totalmente relembrado da tua condição de receptáculo de Deus. De casquinha de Deus. Porque o que nós somos, é uma casquinha de Deus. E fica evidente que, ali, não há nada para acrescentar. Isso é o segundo éter. Ele reflecte o plano Monádico.
Quando o Primeiro Éter é activado, aquele que reflecte o plano Divino, a atmosfera fica ionizada. Isto é, a atmosfera brilha! Quando o Primeiro Éter é activado, a atmosfera acende, como uma lâmpada! Éter é uma realidade espacial. A Mónada não é uma realidade espacial. A Alma não é uma realidade espacial. O éter é uma realidade espacial. É um véu. Ele tem quatro níveis de activação: Intuitiva, Espiritual, Monádica, Divina.




O espaço à nossa volta está vivo...




Olha, nós estamos sentados numas cadeiras, aqui, na Via Láctea, e o espaço espera algo de nós! Nós podemos contaminar o espaço. Podemos varrer o espaço. Podemos lavar o espaço. Enxaguar o espaço. Podemos colorir o espaço. O espaço é activável!... O espaço está vivo!... O espaço e s t á v i v o !...




Os escultores conhecem isto. Alguns escultores.




Todo o ritual participa da vida que o espaço é. O espaço não é uma entidade neutra, não é uma abstracção metafísica, o espaço não é uma necessidade estrutural para que exista energia..., o espaço é vivo! O Espaço Puro é um aspecto da Mãe Divina! E este Espaço Puro contém quatro filmes de informação.




Na Terra, poucas são as zonas em que o quarto éter, aquele que reflecte o intuitivo, está activado. Por exemplo, ao fazermos um trabalho aqui, nós estamos a activar aspectos do quarto éter, uma vez que eu procuro não estimular a vossa mente. O que nós estamos a dizer tem muita pouca argumentação no plano mental. Como é que nós vamos provar que estas coisas são verdadeiras ou falsas? Nenhuma possibilidade. Não há qualquer possibilidade de trabalhar isto no plano mental. Isto, ou é directo no intuitivo, ou não funciona. Então, nós contribuímos, num grau, para activar o quarto éter, aqui. Há uma tendência para as coisas se tornarem um pouquinho mais intuitivas, quando um trabalho deste tipo é feito no planeta. São muito raros os locais em que o éter no plano espiritual está activado. No plano Monádico, consta que só a câmara do rei, na grande pirâmide. E mais alguns sítios em algumas catedrais da matriz Templária, e algumas bolsas de éter superior algures nos pólos e, obviamente, o Mundo Intraterreno como um todo, é guardião do éter Monádico.




Agora, o Primeiro Éter, o Éter reflector do Pai (isto é tão importante para compreender o que é Portugal), o Primeiro Éter, o Éter reflector do Pai, quando ele é activado - existem Mantras que activam o primeiro éter; existem Mantras, existem factores que activam esse éter Superior - quando esse Éter é activado, o ar ilumina-se! A partir do nada. Ele ioniza. Estou a falar do ar, da atmosfera... Imagina, se isto acontece no plano físico da atmosfera, nos gases: azoto, oxigénio..., imagina o que é que está a acontecer nos outros níveis! É aberto aquilo a que os extraterrestres chamam um xendra, um canal interdimensional. Só que este Éter Divino tem sete subníveis..., nós não vamos por aí. Onde eu quero chegar com isto, é que este Éter Divino também recebe o nome de Éter Primordial.




Porque ele era o campo vibratório que saturava a atmosfera da Terra durante a Hiperborea. E este Éter Primordial, quando toca as células físicas, produz Imortalidade. Quando toca o coração, produz Ananda, a grande Alegria Cósmica. Quando toca a consciência, produz Omnisciência. Quando toca a Alma, produz Omnipresença, desdobramento interdimensional. Este Éter Primordial é o Corpo da Mãe Divina!




A Mãe Divina é a Sacerdotisa dos éteres. E nós somos co-sacerdotes com Ela, sempre que a nossa consciência é usada para dignificar o espaço. E não para ver no espaço uma entidade quantitativa, como nós fazemos com o tempo. A Mãe Divina é o que acontece quando o Primeiro Éter, o Éter Primordial, é totalmente activado. Até ao fim. O Espaço acende uma Luz! Aquilo a que o judaísmo chama Shekhina e o catolicismo chama a Presença Divina - eu insisto nisto, porque isto é uma ideia nova, até um certo ponto..., isto é, ela é tão antiga, que deve vir do futuro.


Ela tem tantos milhões de anos, que, provavelmente, já vem do futuro, para nós - este Éter, é aquilo de que as nossas células têm mais sede. Esta Iluminação do espaço, com Deus, é aquilo de que as nossas células mais sede têm. E a nossa consciência mais busca compreender.

Nós temos 90% do cérebro adormecido, porque as partes frontais do cérebro dependem do segundo e do primeiro éter para acordar. As partes, que nós podemos estimular com os éteres físico, mental, astral, já fizeram o que tinham a fazer: criaram o homem comum, com boa vontade. Quando nós fazemos um trabalho intuitivo, novas regiões do córtex começam a ser activadas. Quando fazemos um trabalho Espiritual, que é um trabalho diferente deste que estamos a fazer aqui, regiões ainda mais profundas do córtex são activadas. E quando fazemos um trabalho Monádico, então o cérebro começa a acordar da longa noite..., assim como a coluna de cristal ao longo da nossa coluna. E quando o ser contacta o Éter Divino - que não tem estado na Terra - estas regiões de ouro, da vida cerebral, iluminam-se!




Quando se deu a queda da Atlântida, a Mãe Divina, que é uma entidade Logóica, feminina, - é um Logos feminino. Não é Maria. É um Logos feminino - a Mãe Divina disse qualquer coisa ao Senhor do Mundo, como isto: Um véu vai descer sobre o homem. O Milagre do Espaço não pode continuar visível. O homem vai adormecer. A Luz deixará de ser compreendida. Eu vou recolher o Éter Primordial. Porque Ele é da Lei. O Éter Primordial é da Lei da Criação. Pai, eu vou recolher o Éter Primordial, trazê-lo ao meu coração e guardá-lo no interior da Terra. Vou preservá-lo nas Arcas dimensionais que estão no interior da Terra.




Daí, as representações da Mãe Divina aparecerem com a Mãe com um véu sobre o rosto. O nome deste Logos feminino, cujo corpo físico denso é Gaia - mas isso é o elemental dela - o nome deste Logos feminino é secreto. Ainda não pode ser comunicado. Um dia será. E Ela recolheu-se ao Profundo e levou consigo o seu véu. Ela levou consigo a iluminação da atmosfera. Uma iluminação que, quando está presente, deflecte os aspectos do Sol que são destrutivos para as células. Notem: a estrutura energética está aqui nesta sala. A matriz energética está aqui. O dodecaedro para-esférico está aqui nesta sala. Mas a vibração activa, isto é, a Luz que poderia ser ancorada nesta matriz, foi levada. Então, a matriz adormeceu. E este Ser, esta vasta Majestade, esta Mãe, da qual nós somos eternos buscadores, esta Mãe, recolheu este véu, recolheu o milagre do espaço. O que é o Milagre do Espaço?




É a existência de zonas geográficas na Terra onde o Divino é visível. Contactável. Zonas em que a Chama de Deus está vibrando. Olha, grandes concentrações de Éter Primordial formam aquilo a que se chama a Chama da Ascensão. A Chama da Ascensão, que posteriormente esteve presente em Luxor, em Matchu Pitchu, no Lago Titicaca, que esteve presente noutras regiões do Planeta, na China, inclusive, (Kuan Yin), a Chama da Ascensão é uma elevada concentração deste Éter Primordial. Isto é: é uma substância que é Deus e um Deus que é substância.




Vejam bem, como a dualidade não funciona, quando o Éter Primordial for desperto.
Sabes, é uma terceira coisa!... O Espírito..., a matéria..., uma terceira coisa!...




Uma terceira via! Uma terceira frequência capaz de unir os dois lóbulos cerebrais e eliminar o efeito desta fenda que nós temos no corpo!... Uma terceira Entidade! Uma terceira via! Podemos chamar o Filho, se quisermos. Isto é o Graal! O Éter Primordial é o Graal! É uma substância que recebe e revela o Divino simultaneamente. A Hierarquia fez descer porções deste Éter Primordial, guardado no Coração da Terra, em pedras. Em Talismãs. Em insígnias de globos esotéricos. Em portas de Templos. Em Sacrários de Templos. Em Câmaras de Iniciação. A Mãe levou consigo este Véu, que é o Pai na matéria. Este Véu é radioactivo, propulsor, incandescente, de uma suprema cura do emocional. De uma final resolução da matéria da mente. Uma plenificação da vida emocional. E a suspensão do corpo, em relação às leis da evolução natural. Daí, falar-se em Ascensão.




Este Éter, meus irmãos, foi levado pela Mãe Divina, e o Centro Intraterreno responsável por reemitir este Vulcão Branco de novo para a superfície, é Lys no coração de Portugal. Então, olha, nós estamos neste Vulcão Branco, que é Portugal! Isto é uma imagem transcendente e telúrica, simultaneamente. Finalmente, conseguimos unir os dois: O Vulcão de Luz Branca. Portugal é um dos orifícios (or - ofícios) de remoção da Mãe Divina - daí se falar do Império do Espírito Santo - de remoção da Mãe Divina para a atmosfera. Esta zona do mundo contém um portal de Éter Primordial. E o Anjo da Nação, isto é, o Ser que deu Língua, semântica, timbre, tonalidade telepática à nossa Língua - uma Língua é um casamento mágico entre o coração, a laringe e a pineal. Senão, não há Língua. Não há idioma. - o Anjo de Portugal, ao criar o Português - e agora vocês notem a importância da lusofonia... - o Anjo de Portugal, ao criar o Português, colocou aí uma chave secreta de activação do Véu da Mãe do Mundo. E o mantra da Língua Portuguesa invoca, secretamente, o retorno do Éter Primordial, à superfície. A Mãe do Mundo levou este milagre do espaço com Ela e convexionou-o nos grandes alvéolos geológicos, alvéolos com cem quilómetros quadrados, que formam o Mundo Intraterreno.




É aquilo a que se chama a Cintura de Agarta. Esses Mundos já existiam antes da Atlântida. Mas vocês sabem, Lys, o Centro ao qual, como tarefa, muitos de vocês estão ligados, Lys foi criado especificamente para guardar o Éter Primordial. Daí que o seu símbolo mais próximo de nós seja este Ser de túnica branca, coração ardente, polaridade feminina, com as mãos abertas. Isto é um código para o consciente humano do Éter Primordial. E este é o Milagre! Portugal é um reservatório desse Éter Primordial!




Existem outros: A Irlanda também é. O Polo Norte também é. O Monte Branco na Suíça também é. E Portugal é este reservatório, este contentor, do Milagre do espaço.




Que uma vez incandescendo à superfície do Planeta, cura a humanidade. E com isso plasma o Novo Homem! Plasma o Novo Ser! Então, nós temos esta aproximação, simultânea, do Fogo de Órion, vindo do alto, trazido por este triângulo: Jesus, Elias, Moisés, que hoje são Entidades Galácticas, são Entidades do Comando Galáctico... Sabes, Jesus, hoje, é uma Elipse Superconsciente de reordenação planetária, como uma fórmula Cósmica Superior, que desce, amorosa, sobre a natureza do Universo. E Ele está aqui, agora. Ele está na Terra. Jesus está aqui, para alargar o coração do homem, e para permitir a Transfiguração, com o máximo de equilíbrio possível. Jesus /Sananda, Jesus ou Sananda, Ele é a combinação da psicologia colectiva, no seu melhor, com a transcendência. É um Grande Psicólogo! Ele consegue o milagre da transcendência sem ferir o desdobramento sensível da nossa natureza psicológica.




E, ao mesmo tempo que estes nossos Irmãos fazem esse Trabalho Interno, e, portanto, trazem a Energia de Órion para a Terra, a Mãe desperta! E Ela desperta ao começar a girar chaves nas glândulas. A girar chaves nas células. A girar chaves no sangue.




A girar chaves na nossa constituição material. E a nossa consciência está no meio a assistir à acoplagem; isto é: a emergência da Mãe, vinda do Profundo, com a sua união com o Fogo do Espaço, que vem do Alto. Quando esta união é completa, os mecanismos de giro do Corpo de Luz são disparados, e a matéria e o Espírito fundem-se! Vou repetir: A matéria e o Espírito fundem-se!! E o nosso corpo astral está tendo o seu campo electromagnético removido e com ele, com o velho campo electromagnético, vão todas as antigas tendências astrais. E a Mãe, através da sua emergência, traz um novo campo electromagnético que se está implantando no corpo astral. Uma nova vida de sentimento! O mesmo com o corpo mental.




Então, o que eu quero partilhar, aqui, é Alegria, porque as Almas estão à beira de contactar os seus Grupos Internos! Não irrites a tua existência com desejos, neste momento! A coisa tem que ser serena, lúcida, suave, macia... Não inflames a existência com aquilo que ela não precisa mais! Fica magro! Que é para esta Alegria Maior poder chegar! Eu estou tentando falar de Alegria Cósmica! De uma onda, que vem acima do crânio, vai-se instalando, e vai ondulando até à base, e de novo para cima. E deixa-a fazer o seu trabalho! Porque esta onda encontra a Energia da Mãe do Mundo, no sacro, na base da coluna vertebral, e expande-a, unindo-a à Energia que vem de Órion. Então, tu, finalmente, chegas à coluna de cristal: um campo vertical, em ressonância com o Éter Primordial! A tarefa Lys não é esse Milagre do Espaço ficar retido nos Mundos Internos. É
Ele implantar-se à superfície. Os primeiros a dar por isso são os pássaros. Depois as flores. São os dois primeiros reinos a receber a incandescência do retorno do Éter Primordial. Que é um éter que não contém karma..., é um outro espaço... E a tarefa Lys começa por chegar às pétalas das flores, aos pássaros... e, depois, à atmosfera. E nós somos fusíveis que confirmam isto, ou inibem isto. Então, em síntese: Existe uma postura - cada ser encontra a sua postura em inteira liberdade - existe uma postura na qual, assim que isso acontece, tu sentes que algo, Cósmico, está a movimentar-se dentro de ti.




Confia nisto! Abraça isto! Olha, usa todas as tuas forças para ser isto! Usa todas as tuas forças para unir a Mãe e o Éter Primordial emergente, com o Pai - as Línguas de Fogo de Órion descendentes! Consagra-te a isto! Torna-te devoto da Iluminação da Terra! Este é outro sexto Raio: torna-te devoto da Iluminação da Terra! E quando isto se implanta, é como se tirassem de cima de ti toneladas!... O sinal da união com o Cosmos é uma leveza perfumada! Tu sabes que estás em união com o Cosmos, porque tu mal tocas o chão!... É como se tu ganhasses asas!
Não temas! Não olhes para trás! Tu vens do futuro! As tuas raízes estão no futuro, não no passado! Tu és uma cápsula da Nova Terra! Confia! Não te deixes impressionar pelas tuas quedas! Transporta isto em ti! Confia nisto! Consagra o teu coração à Mãe Divina! Sintetiza! Simplifica! Reúne o que está disperso! Descobre a pomba! Confia no comando do Bem! Confia no escudo de Morya! Abre as janelas do ser! Soltar a angústia é como soltar uma flecha. Solta a flecha do Espírito e a angústia termina! Pacifica-te com o teu ambiente!




Para um coração Consagrado, o oásis do Espírito ou a grande cidade confusa, são relativamente indiferentes. Permite que a União aconteça! Um pouco além da tua consciência, ela já está totalmente feita. Já está pronta. Então trata-se de lavar as mãos, ungir a cabeça, lavar os olhos... e receber!... Entre ti e o infinito, não existe nenhuma barreira intransponível!




Entre a tua consciência e o infinito, não existem guerreiros terríveis, nem guardiões destrutivos! Entre ti e a tua essência, o caminho está aberto! Não existem armadilhas, nesse caminho! Ele é extremamente exigente, é extremamente estreito, ele é muito difícil! Quando nós olhamos para isto com olhos humanos, isto é muito difícil! Mas tu não és humano! Se nós fôssemos só humanos, nunca iríamos conseguir percorrer este caminho! É a nossa parte Interna que está a percorrê-lo!
E a nossa parte humana fica como um tolo, acompanhando o que está a acontecer!... Entre ti e a tua Essência Superior não existem barreiras! Esta descida do Fogo Branco de Órion está a levar embora todas as membranas de incomunicação, entre a essência e a existência. Tu encontrarás o Mestre, encontrarás os teus discípulos, encontrarás o teu ponto na Hierarquia, encontrarás o teu Grupo Interno, e encontrarás o teu ponto no Corpo do Cristo. As portas abriram-se.




E auto-iniciação, significa deixar que a consciência vá adentrando cada novo reservatório do próprio ser. É só isto. Trata-se de o ser ter a coragem de transportar o melhor de si, e não olhar para trás, nem para os lados. Então, eu vejo estas portas muito abertas! E vejo muitos seres atravessando portas bem abertas! E eles não são especiais. Eles desenvolveram aquela única qualidade necessária. A única coisa necessária. Eu vejo as portas bem abertas, vejo as Hierarquias, as doze do lado de lá, - o Conselho Alfa-Ómega - e vejo pontos de Luz a serem levados para esses Círculos, e, sobretudo, o que se vê mais claramente, é uma Alegria irreprimível, como o Vulcão Branco desperto no meio da noite! Não o vulcão de lava. Mas o Vulcão da Mãe! O Vulcão de Luz!




E vocês sabem, que nós temos esta tendência para nunca centrar as coisas em torno de nenhum comunicador em especial, não é? Deixar a Energia de Instrução livre, para descer em qualquer comunicador, sempre que ela quiser.




Mas eu não posso deixar de partilhar o meu Amor por vocês! Este Amor não é feito de nenhuma experiência no quotidiano. Como seres humanos, nós nunca nos surpreendemos, nem nunca nos desapontámos uns aos outros o suficiente, para falarmos de amor no sentido comum. Mas eu sinto um Amor Profundo por vocês!...




E é um Amor que me atravessa! Não é o André, que inventou isto, este Amor! Ou que o desenvolveu... Isto não é nenhuma virtude. Isto é um Amor que me atravessa! Mas está localizado neste ser e abraça-vos como irmão! Abraço-vos, sabes, como se nós fôssemos aves fora da Terra.




Totalmente livres, quando necessário. Totalmente técnicas, quando necessário. Totalmente pragmáticas, quando necessário. Totalmente contemplativas, quando necessário. Eu sinto que nesta barca de liberdade e de responsabilidade, eu sinto, que nós já trabalhámos juntos, muitas vezes. Nós já pisámos desertos parecidos, já nos ajudámos uns aos outros a sair de muitos fossos, e já nos ajudámos uns aos outros a chegar a zonas mais altas, a colinas e a clareiras na floresta. Nós já nos ajudámos muito uns aos outros! Sabem o que é que nos une, aqui?




É o nosso karma positivo. E, também, certos Desígnios Estelares, que é totalmente prematuro começar a falar deles, assim, abertamente. Desígnios Cósmicos. Mas o que nos une, é um trabalho que foi desenvolvido noutras civilizações e que criou fios de Luz. Então, eu sinto este Amor Profundo por vocês! E há muito de solidariedade neste Amor. Porque ninguém se organiza, ninguém se prioriza, até ao ponto de estar num encontro como este, e de se manter durante semanas ou meses num trabalho como este, sem ter percorrido caminhos muito difíceis no passado. E sem ter partilhado pão. Um outro pão. Mas pão.




Então, é este namoro que nós agora estamos a desenvolver... Este processo é um namoro... Tu sabes que a coisa é real, porque não estás a ser normalizado. Tu não estás a ficar igual a ninguém. E, muito especialmente, não estás a depender de ninguém. O teu Centro permanece claro. Tu não estás a ser excluído da tua integridade. Tu estás íntegro. Ou, pelo menos, vais-te tornando íntegro. Isso é muito importante num trabalho novo. É essa centragem serena..., e identificação. Não apego. Mas identificação com um coordenador. Que é um assunto de uma outra vibração. Apego: plano astral. Identificação, é do Intuitivo para cima. Não deixa rastro. Então, existe este Amor, que eu sei que vem dos planos Profundos do meu Ser, e se dirige aos planos Profundos do vosso Ser.




E este Amor é Activo. Ele é Vivo. É como um Vórtice; e funciona, obviamente, em todas as direcções. Durante os dois anos de trabalho que nós desenvolvemos até agora, houve um sinal que foi impresso no âmago dos vossos corpos. Enquanto nós fazíamos o trabalho em nível consciente, as Sacerdotisas de Lys imprimiram uma frequência, uma microfrequência, nos nossos corpos. Essa frequência foi impressa, está aí, e agora vai desenvolver-se cada vez mais. É algo que vem do próprio Éter Primordial, da própria Mãe, e é colocado no âmago da mente.
No âmago do psíquico e da vida de sentimento. E no âmago do físico - que tem o seu ponto de convergência no sacro. Vocês receberam esta insígnia da Mãe do Mundo. Vocês, ao longo destes dois anos de trabalho, receberam uma insígnia da Mãe do Mundo, nos vossos corpos! E houve um pequeno bafejo, sabes, um sopro, ao de leve, do décimo terceiro Factor, nas nossas testas. Um pequeno toque do Cristo. Um pequeno toque da Energia Crística. Sempre vindo por dentro. E estas coisas são vivas!




Preparem-se para a Alegria, preparem-se para a expansão, e sintam a leveza das Mãos da Mãe, começar a expandir-se dentro de vocês!...




(Transcrição por Emília Simões 2002)